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Acre confirma mais duas mortes por Covid-19; entre as vítimas um homem de 35 anos que morreu em casa
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5 anos atrásem
A Secretaria estadual de Saúde confirmou no boletim desta quinta-feira (17) mais 37 novos casos de infecção por coronavírus e duas mortes pela doença. Entre as vítimas está uma morador de Rio Branco, de 35 anos, que morreu em casa. O número de infectados saiu de 84.450 para 84.487 e o de mortes subiu para 1.725.
Ainda restam 112 exames de RT-PCR aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Há 134 pessoas internadas, das quais 117 com teste positivo para a Covid-19.
O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de e e 9.441,3 casos para cada 100 mil habitantes. A taxa de mortalidade em cada 100 mil habitantes é de 193, já a de letalidade – quantidade de mortos dentro dos números confirmados da doença – é de 2%.
Dos 106 leitos de UTI nos hospitais da rede SUS disponibilizados no estado, 42 estão ocupados. Com isso, a taxa de ocupação dos leitos nesta quinta é de 39%. Os leitos de UTI estão concentrados na capital, com 80 vagas, e Cruzeiro do Sul, com 26.
Mortes por cidade
| Cidades com óbitos | Óbitos totais | Novos registros |
| Acrelândia | 34 | 0 |
| Assis Brasil | 24 | 0 |
| Brasiléia | 38 | 0 |
| Bujari | 17 | 0 |
| Capixaba | 17 | 0 |
| Cruzeiro do Sul | 154 | 0 |
| Epitaciolândia | 31 | 0 |
| Feijó | 59 | 0 |
| Jordão | 2 | 0 |
| Mâncio Lima | 29 | 0 |
| Manoel Urbano | 14 | 0 |
| Marechal Thaumaturgo | 11 | 0 |
| Plácido de Castro | 18 | 0 |
| Porto Acre | 36 | 0 |
| Porto Walter | 4 | 0 |
| Rio Branco | 1.051 | 2 |
| Rodrigues Alves | 11 | 0 |
| Santa Rosa do Purus | 7 | 0 |
| Sena Madureira | 64 | 0 |
| Senador Guiomard | 42 | 0 |
| Tarauacá | 35 | 0 |
| Xapuri | 27 | 0 |
| Total | 1.725 | 2 |
Números e mortes
Das 1.725 mortes, 1.000 eram homens e 725 mulheres. Do total de vítimas, 1.164 tinham acima de 60 anos. Dentre os óbitos, 967 deles tinham alguma comorbidade, porém, verifica-se que 758 das pessoas que evoluíram para o óbito não tinham histórico de comorbidades.
As mortes desta quinta foram registradas na capital, de um homem e uma mulher.
Perfil
Rio Branco
Um homem de 35 anos, morreu em casa, em Rio Branco, no dia 16 de junho.
A segunda morte é de uma moradora de Rio Branco, de 79 anos, que deu entrada no Hospital Santa Juliana, no dia 31 de março, e morreu no dia 5 de abril.
Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:
- Assis Brasil – 2.265
- Xapuri – 1.519
- Tarauacá – 1.478
- Santa Rosa – 1.428
- Mâncio Lima – 1.303
Casos de Covid-19 por cidades
| Cidades | Total | Casos novos |
| Acrelândia | 1.629 | 0 |
| Assis Brasil | 1.712 | perdeu 5 |
| Brasiléia | 2.824 | 8 |
| Bujari | 1.132 | 0 |
| Capixaba | 646 | 0 |
| Cruzeiro do Sul | 7.576 | 9 |
| Epitaciolândia | 1.420 | 8 |
| Feijó | 3.132 | perdeu 1 |
| Jordão | 710 | 1 |
| Mâncio Lima | 2.516 | perdeu1 |
| Manoel Urbano | 902 | 0 |
| Marechal Thaumaturgo | 1.247 | perdeu 1 |
| Plácido de Castro | 1.713 | 0 |
| Porto Acre | 1.473 | perdeu 3 |
| Porto Walter | 540 | 0 |
| Rio Branco | 37.259 | 27 |
| Rodrigues Alves | 839 | perdeu 1 |
| Santa Rosa do Purus | 959 | perdeu 3 |
| Sena Madureira | 5.746 | perdeu 2 |
| Senador Guiomard | 1.161 | 1 |
| Tarauacá | 6.379 | 0 |
| Xapuri | 2.977 | 0 |
| Total | 84.487 | 54-5-1-1-1-3-1-3-2=37 |
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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