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Acre é o 2º estado do país com maior redução no número de homicídios, diz governo.
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Dados apresentados pelo Governo do Acre, por meio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), apontam que nos oito primeiros meses de 2019, o Estado do Acre registrou queda nos índices de homicídios de 34,69% em relação ao mesmo período do ano passado. O mesmo levantamento revela redução de até 28,4% dos crimes violentos na capital acreana.
De acordo com o comparativo, a redução mais significativa ficou por conta dos crimes de execução, onde, em 2018, foram registradas 221, já em 2019 o número baixou para 118 registros. Assim, o Acre é o segundo Estado do país que mais reduziu o número de mortes violentas em 2019, estando apenas atrás do Ceará.
Segundo o secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cézar Santos, esses resultados se devem ao planejamento estratégico, ao trabalho das polícias, à integração das forças de segurança e também ao auxílio da população, por meio do Disque-Denúncia (181).
Em Rio Branco, esses números foram ainda mais significativos. Nos oito primeiros meses de 2019 a Sejusp registrou 94 mortes por execução, enquanto no mesmo período de 2018 o número de mortes chegou a 140.
Santos enfatizou ainda o apoio do Governo do Acre no combate a criminalidade nas ações desenvolvidas. “Nosso foco são as chamadas manchas criminais, onde foram registrados os maiores casos de criminalidade.
Temos trabalhado com um planejamento estratégico, a integração das forças de segurança, o que nos possibilita atingir resultados satisfatórios, pois sabemos que não é o ideal, mas estamos no caminho certo”, finalizou o secretário.
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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre
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7 de maio de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.