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Acre não registra novos casos nem mortes por Covid-19 neste sábado, aponta boletim

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Um dia após registrar quase 1,5 mil novos casos de infecção pela Covid-19, o boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) não trouxe nenhum novo caso nem mortes pela doença neste sábado (26). Assim, o número de infectados no estado se mantém em 120.569 e o de vítimas fatais em 1.968.

O número de exames à espera de resultado no Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) subiu para 59.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado se manteve em 50% neste sábado. Dos 30 leitos de UTI existentes, 15 estão ocupados. São 20 leitos em Rio Branco e 10 em Cruzeiro do Sul.

Há 43 pessoas internadas, sendo 40 com resultado positivo para o novo coronavírus.

Mortes por cidade

Cidades com óbitosÓbitos totaisNovos registros
Acrelândia39
Assis Brasil25
Brasiléia46
Bujari17
Capixaba17
Cruzeiro do Sul184
Epitaciolândia38
Feijó67
Jordão2
Mâncio Lima38
Manoel Urbano17
Marechal Thaumaturgo13
Plácido de Castro24
Porto Acre421
Porto Walter7
Rio Branco1.156
Rodrigues Alves14
Santa Rosa do Purus7
Sena Madureira86
Senador Guiomard43
Tarauacá50
Xapuri33
Total1.9691

O estado tem uma taxa de incidência de 13.479,4 casos para cada 100 mil habitantes. A taxa de mortalidade em cada 100 mil habitantes é de 220, já a de letalidade – quantidade de mortos dentro dos números confirmados da doença – é de 1,6%.

Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:

  • Assis Brasil – 2.648
  • Acrelândia – 1.743
  • Santa Rosa do Purus – 1.732
  • Xapuri – 1.715
  • Tarauacá – 1.622
  • Mâncio Lima – 1.589
  • Bujari – 1.523
Fonte: Sesacre

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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