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Acre perdeu 104 médicos com saída de Cuba: Cinco profissionais desistem das vagas do Mais Médicos no Acre

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Acre perdeu 104 profissionais com saída de Cuba do programa em novembro de 2018. Ministério da Saúde informou que médicos deixam programa para fazer residência ou porque não se adaptam.

O Ministério da Saúde confirmou, nesta quinta-feira (4), que cinco profissionais desistiram do programa Mais Médicos nos primeiros três meses do ano no Acre. O número representa 5% das vagas deixadas no estado com a saída dos médicos cubanos do programa em novembro de 2018.

Um dos médicos que pediu desligamento do programa foi Endison Onofre. Ele é acreano formado no Brasil e estava trabalhando desde novembro no município do Bujari, no interior do estado.

“Atuei lá na cidade de novembro até fevereiro. Logo que abriu o edital, me inscrevi e em uma semana eu já estava atuando. Mas, saí por conta da residência para fazer especialização em pediatria”, afirmou o médico.

Conforme o Ministério da Saúde, as desistências ocorreram nas cidades de Assis Brasil, Bujari, Cruzeiro do Sul, Manoel Urbano e Santa Rosa do Purus, no interior do estado, sendo que em cada cidade um profissional deixou o programa.

No Acre, as 104 vagas deixadas pelos cubanos no programa foram distribuídas em 20 municípios e dois distritos indígenas. Segundo o Ministério da Saúde, o salário é de R$ 11.800.

Dados nacionais

Em todo país foram 1.052 desistências, sendo que 14 foram em distritos indígenas. De acordo com o Ministério da Saúde, ainda está sob análise a oferta destas vagas em um novo edital. São Paulo é o estado com o maior número de vagas abertas (181), seguindo de Bahia (11) e Minas Gerais (104).

Em novembro do ano passado, um edital foi aberto para ocupar as 8.517 vagas deixadas pelos cubanos no programa em todo o país. No total, 7.120 vagas foram preenchidas por brasileiros formados no Brasil.

As vagas remanescentes foram, então, oferecidas a médicos formados no exterior, que deveriam ter se apresentado aos seus postos de trabalho entre os dias 28 e 29 de março.

Cronologia do Mais Médicos

Em novembro de 2018, Cuba anuncia saída do programa

No mesmo mês governo publica edital com as vagas

8.517 vagas foram abertas

No primeiro edital, todas as vagas foram ofertadas aos médicos com registro no CRM do Brasil

Um segundo edital foi lançado para preencher 1.397 vagas remanescentes com brasileiros formados no exterior

Em janeiro de 2019, os médicos brasileiros começaram a se apresentar aos municípios

No final de março de 2019, os médicos formados no exterior se apresentaram aos municípios.

Informações de 3 de julho notícias

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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