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Acre tem mais oito mortes em 24 horas e 58.081 pessoas infectadas pela Covid-19

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O boletim da Secretaria de Saúde do Acre trouxe a confirmação de mais oito mortes pela Covid-19 nesta terça-feira (2). Com isso, o total de mortes no estado é de 1.020. Mais 187 novos casos de infecção pelo novo coronavírus também foram registrados, fazendo como que o número de casos saltasse de 57.894 para 58.081 nas últimas 24 horas.

O número de exames à espera de análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux continua alto e chegou 471 nesta segunda. Há 333 pessoas internadas.

O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de e e 6.493,3 casos para cada 100 mil habitantes. O Acre apresenta um coeficiente de mortalidade (óbitos por 100 mil habitantes) de 114% e de letalidade de 1,8%.

Dos 106 leitos de UTI nos hospitais da rede SUS disponibilizados, 98 estão ocupados. Dessa forma, a taxa de ocupação apresentou uma leve queda e chegou a 92,5%. O Into, onde fica o maior hospital de campanha do estado, continua com lotação máxima. Os leitos de UTI estão concentrados em Rio Branco, com 85 vagas, e Cruzeiro do Sul, com 26.

Mortes por cidade

Cidades com óbitosÓbitos totaisNovos registros
Acrelândia160
Assis Brasil140
Brasiléia270
Bujari80
Capixaba110
Cruzeiro do Sul1090
Epitaciolândia230
Feijó340
Jordão10
Mâncio Lima190
Manoel Urbano30
Marechal Thaumaturgo60
Plácido de Castro110
Porto Acre210
Porto Walter20
Rio Branco6223
Rodrigues Alves80
Santa Rosa do Purus30
Sena Madureira253
Senador Guiomard200
Tarauacá171
Xapuri201
Total1.0208

Números e mortes

Das 1.020 mortes registradas, 622 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde, e 398 das vítimas não tinham outras doenças. Do total de mortos, 609 eram homens e 411 mulheres. Do total de vítimas, 717 tinham acima de 60 anos.

Das oito mortes registradas nesta terça, dois são homens e seis mulheres.

  • Rio Branco

Moradora de Rio Branco, a idosa de 81 anos deu entrada no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) no dia 12 de fevereiro e faleceu no dia 17 de fevereiro.

Moradora de Rio Branco, a vítima tinha de 59 anos, deu entrada no Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito no dia 26 de fevereiro e faleceu no dia 1º de março.

A idosa de 67 anos era moradora de Rio Branco, deu entrada no dia 28 de fevereiro no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) e faleceu nessa segunda(1º).

  • Sena Madureira

Morador de Sena Madureira, o homem tinha 51 anos, deu entrada no Hospital João Câncio Fernandes, sem data de registro, e faleceu no dia 15 de fevereiro.

Moradora de Sena Madureira, a idosa de 83 anos, deu entrada no Hospital João Câncio Fernandes, sem data de registro, e faleceu no dia 13 de fevereiro.

A idosa de 71 anos era moradora de Sena Madureira, deu entrada no Hospital João Câncio Fernandes, sem data de registro, e faleceu no dia 18 de fevereiro.

  • Xapuri

A idosa de 89 anos era moradora de Xapuri, deu entrada no Hospital Raimundo Chaar, em Brasileia, no dia 26 de fevereiro, e faleceu no dia 1º de março.

  • Tarauacá

idoso de 65 anos era morador de Tarauacá, deu entrada no Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul, no dia 26 de fevereiro, e faleceu nesta terça (2).

Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:

  • Assis Brasil – 1.531
  • Xapuri – 1.269
  • Tarauacá – 985
  • Mâncio Lima – 914
  • Sena Madureira – 780

Casos de Covid-19 por cidades

CidadesTotalCasos novos
Acrelândia878– 1
Assis Brasil1.1540
Brasiléia1.8580
Bujari6322
Capixaba3640
Cruzeiro do Sul5.762– 1
Epitaciolândia1.014– 1
Feijó2.01130
Jordão315– 1
Mâncio Lima1.7660
Manoel Urbano593– 1
Marechal Thaumaturgo807– 1
Plácido de Castro1.100– 2
Porto Acre844– 2
Porto Walter389– 2
Rio Branco26.446172
Rodrigues Alves4742
Santa Rosa do Purus4680
Sena Madureira3.6312
Senador Guiomard836– 3
Tarauacá4.255– 6
Xapuri2.4870
Total58.081208 – 21 = 187

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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