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Acredita-se que cerca de 300 soldados norte-coreanos tenham morrido na frente ucraniana

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Documentos de identidade russos apreendidos de soldados feitos prisioneiros pela Ucrânia, publicados nas redes sociais pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. Alguns destes documentos foram alegadamente elaborados para ocultar a presença de tropas norte-coreanas no país.

Dos 12 mil soldados norte-coreanos destacados desde outubro de 2024, cerca de 300 foram mortos e 2.700 feridos, de acordo com Lee Seong-kweun, um legislador sul-coreano que foi informado em 13 de janeiro pelos serviços de inteligência de Seul. O diário pessoal de um soldado de uma unidade norte-coreana, que morreu na frente ucraniana, e os testemunhos de dois prisioneiros revelam facetas perturbadoras das táticas de combate das tropas destacadas por Pyongyang em apoio ao exército russo.

No seu diário, autenticado pelos serviços de inteligência sul-coreanos, o soldado escreveu que, para lidar com um drone inimigo, os norte-coreanos usaram um « isca humana”: um soldado sai do esconderijo para atrair o drone até ele, enquanto dois de seus companheiros permanecem escondidos. “Quando a isca para, o drone paira e pode ser abatido”escreve ele, com um desenho de apoio. Mas, muitas vezes, o drone é mais rápido que os dois soldados na emboscada e é a isca humana que é abatida. “Mesmo ao custo da minha vida, seguirei as ordens do nosso líder supremo sem hesitação”escreve o jovem soldado.

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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