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“Acredito que todos devem assumir responsabilidades”, diz Laurent Saint-Martin
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O imposto sobre os “superlucros” das grandes empresas deve “fazer com que os aproveitadores da crise contribuam para a solidariedade nacional”, segundo a LFI
Os deputados da LFI e os seus aliados de esquerda tinham um imposto sobre «superlucros» grandes empresas, « vitória » o que poderá, segundo eles, render 15 mil milhões de euros.
Esse “contribuição excepcional”que se aplicaria às empresas com um volume de negócios superior a 750 milhões de euros, visa, segundo os eleitos “rebeldes”, “fazer com que os aproveitadores da crise contribuam para a solidariedade nacional”que são “indecentemente enriquecido” durante as crises sanitárias e depois energéticas.
Esta alteração será, no entanto, submetida a nova votação na próxima semana, quando o partido “receitas” do Orçamento do Estado para 2025 será examinado no hemiciclo, onde os eleitos partirão da versão original do projeto apresentado pelo governo.
Em detalhes, será considerado como um «superlucro» a parte dos lucros da empresa excede 1,25 vezes os lucros médios anuais obtidos durante o período 2017-2019 (ou seja, antes da crise da Covid). A tributação adicional será calculada sobre esses lucros “excedente”com três faixas impostas em 20%, 25% e 33%.
Do “grupos de gás que obtiveram lucros superiores a 10 mil milhões de euros no primeiro semestre” deve “dar a sua contribuição para o esforço coletivo”argumentou a ecologista Eva Sas. “Se querem que todas as nossas empresas saiam do território, têm razão: esta é a forma de o fazer! »respondeu Véronique Louwagie (LR). O RN, cujos governantes eleitos acharam a ideia “interessante”absteve-se.
A Comissão de Finanças aprovou também diversas disposições destinadas a reduzir o crédito fiscal à investigação (CIR) – assistência fiscal às empresas introduzida durante o mandato de cinco anos de François Hollande, mas cujo custo é criticado por parte da esquerda face à sua eficácia em termos de apoio. para o crescimento e o emprego. Uma alteração apresentada pelo PS prevê assim transformar este crédito fiscal numa redução fiscal para as grandes empresas: estas deixariam de beneficiar dele em caso de lucros ou prejuízos insuficientes.
Outra alteração, desta vez apresentada pela direita, visa privar as financeiras e seguradoras do CIR, o que poderia gerar 1,5 mil milhões de euros de poupança, dos 8 mil milhões que custam no total este nicho fiscal. Este crédito fiscal deve ser “reorientado para atividades industriais ou agrícolas” participando de “a economia produtiva”argumentou o seu autor, Corentin Le Fur (LR). O relator do Orçamento Geral, Charles de Courson (LIOT), também aprovou uma alteração para reduzir a base elegível ao CIR, com um ganho esperado de 250 milhões de euros.
À noite, os deputados aprovaram vários aumentos dos impostos locais, nomeadamente do imposto habitacional sobre segundas habitações, permitindo que todos os municípios apliquem o aumento (até 60%) reservado nesta fase para áreas “tenso”.
Acordo dado também ao aumento pelos departamentos da taxa de desenvolvimento cobrada nas licenças de construção, e à extensão da taxa de espaços comerciais a armazéns gigantes – com o sector do comércio electrónico na mira. Por outro lado, a comissão apoiou uma isenção do imposto predial sobre terras agrícolas que vai além da medida proposta pelo governo.
Ainda faltavam analisar mais de 400 alterações no sábado, antes do início dos debates no hemiciclo a partir de segunda-feira.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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