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Advogados de Trump pedem ao juiz que rejeite caso de silêncio financeiro – DW – 12/04/2024

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Presidente eleito Donald TrumpOs advogados do presidente pediram formalmente na terça-feira uma Nova Iorque juiz estadual para arquivar o processo criminal em que foi condenado por 34 acusações relacionadas ao dinheiro secreto pago a uma ex-atriz de filmes pornográficos em maio deste ano.

Os advogados de Trump argumentaram que tendo o caso e a sentença pairando sobre ele depois que ele assumir o cargo nos EUA em 20 de janeiro impediria a sua capacidade de governar e “perturbaria os seus esforços de transição”.

“As autoridades eleitas locais, como DA Bragg, não têm base válida para causar tais perturbações”, escreveram os advogados de defesa Todd Blanche e Emil Boye num processo judicial em referência ao promotor do caso.

Trump nomeou Blanche e Boye para cargos importantes no Departamento de Justiça desde sua vitória eleitoral.

Sentença atualmente adiada indefinidamente

Juiz Juan Merchan em Manhattan no mês passado suspendeu indefinidamente a data da sentença previamente agendada para 26 de novembro para dar a Trump a oportunidade de pedir a demissão.

Os promotores do gabinete de Bragg recomendaram a suspensão da sentença até o término do segundo mandato de Trump como presidente, mas indicaram que iriam contestar as moções para abandonar o caso por completo.

A equipe jurídica de Trump respondeu que isso era “ridículo” e levaria à sentença cerca de uma década após o início da investigação.

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, assiste com seu advogado Todd Blanche enquanto o promotor Matthew Colangelo faz declarações iniciais durante o julgamento criminal de Trump sob a acusação de ter falsificado registros comerciais para ocultar dinheiro pago para silenciar a estrela pornô Stormy Daniels em 2016, no tribunal estadual de Manhattan, na cidade de Nova York , EUA, 22 de abril de 2024 neste esboço de tribunal.
Todd Blanche, sentado ao lado de Trump neste esboço do tribunal, foi nomeado para o segundo cargo mais alto no Departamento de Justiça, vice-procurador-geralImagem: Jane Rosenberg/REUTERS

Referência ao perdão de Hunter Biden na discussão

Os advogados de Trump também mencionaram O recente perdão do presidente Joe Biden a seu filho, Hunter Bidenapós sua condenação por acusações fiscais e de porte de arma, argumentando que havia paralelos neste caso.

“O presidente Biden afirmou que seu filho foi ‘seletivamente e injustamente processado’ e ‘tratado de forma diferente’”, disse a equipe jurídica.

O procurador distrital de Manhattan, alegaram, envolveu-se no mesmo tipo de teatro político “que o presidente Biden condenou” ao perseguir Trump.

Qual foi o caso?

Trump foi condenado em maio por 34 acusações de falsificação de registros comerciais.

Ele foi acusado de tentar ocultar um pagamento de 130 mil dólares (cerca de 125 mil euros) à atriz pornográfica Stormy Daniels, pouco antes das eleições presidenciais de 2016, para suprimir a alegação dela de que eles fizeram sexo uma década antes. Os promotores retrataram isso como uma tentativa de evitar atenção negativa antes da votação.

Trump diz que sua história não era verdadeira e nega qualquer irregularidade no caso.

Os promotores alegaram que o então advogado de Trump, Michael Cohen, pagou a Daniels, com Trump posteriormente o reembolsando e registrando os pagamentos como despesas legais para ocultar sua natureza.

Trump disse que os pagamentos foram devidamente caracterizados como despesas legais e que pretendia recorrer do veredicto mesmo que o caso não fosse arquivado.

Outros processos judiciais contra Trump já foram abandonados ou arquivados devido à sua vitória eleitoral. Isso inclui dois conjuntos de acusações criminais, relacionadas ao levante de 6 de janeiro de 2021 no Congresso e para ele supostamente estar na posse indevida de documentos confidenciais.

Nenhum caso surpresa contra Trump é arquivado, diz Ines Pohl da DW

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msh/kb (AP, Reuters)



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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