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África do Sul x Nova Zelândia: final da Copa do Mundo de Críquete Feminino T20 – ao vivo | Copa do Mundo T20 Feminina 2024

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Tanya Aldred

Principais eventos

Nova Zelândia XI

Nova Zelândia XI: Suzie Bates, Georgia Plimmer, Amelia Kerr, Sophie Devine (capitã), Brooke Halliday, Maddy Green, Isabella Gaze (sem), Lea Tahuhu, Rosemary Mair, Eden Carson, Fran Jonas

Inalterado desde a semifinal.

Sul-africano XI

África do Sul XI: Laura Wolvaardt (capitã), Tazmin Brits, Anneke Bosch, Marizanne Kapp, Chloe Tryon, Sune Luus, Annerie Dercksen, Nadine de Klerk, Sinalo Jafta (sem), Nonkululeko Mlaba, Ayabonga Khaka.

Inalterado em todos os torneios.

“Parece-me um campo de perseguição” diz Nasser. Está escurecendo, faz mais de 30 graus e os assentos estão ficando lotados…

Noventa e sete chances caíram nesta competição. Por que. Por que???? Mel Jones tem perguntado. “Algumas pessoas dizem que é por causa das luzes, outras por causa da pressão. Acho que temos que voltar ao básico durante o próximo ciclo de quatro anos na captura e no campo.”

Nova Zelândia queriam rebater de qualquer maneira – e eles também mantêm o mesmo time na semifinal. Sophie Devine conta que trocou mensagens com a seleção masculina da Índia, que acaba de vencer pela primeira vez na Índia em mais de 36 anos.

A África do Sul vence o sorteio e entra em campo!

Laura Wolvaardt: “Acho que funcionou muito bem para nós durante todo o torneio. Acho que temos recursos de rebatidas que ainda nem usamos, mas espero que a ordem superior possa dar conta do recado.”

A África do Sul mantém o mesmo lado.

E esta é uma super leitura sobre onde estão a África do Sul e a Nova Zelândia (bem como as agora destruídas Índias Ocidentais).

Eu amo isso de Suzie Bates:

“Somos as avós deste time, ainda de pé. Leah (Tahuhu) com seus joelhos biônicos, Sophie tendo lidado com muitas coisas como capitã, e eu seguindo em frente – é realmente um momento especial. Passamos por momentos difíceis, passamos por altos e baixos, mas o fato de termos chegado à final é especial. Nós cuidamos uns dos outros.”

Preâmbulo

Olá! É isso. Uma final de Copa do Mundo T20 – mas não qualquer final de Copa do Mundo T20. Uma final da Copa do Mundo T20 sem Austrália, sem Inglaterra, sem Índia – pela primeira vez na história da competição feminina T20.

Mas, por mais grandes que tenham sido as notícias sobre o desempenho desanimador da Inglaterra e da Índia (veja Raf Nicholson aqui):

E a surpreendente derrota da Austrália (veja Megan Maurice aqui):

A verdadeira notícia é a ascensão da Nova Zelândia e da África do Sul. Ambas as finalistas surpresa, ambas em ascensão no “grupo intermediário” dos times femininos de críquete – que pareciam tão distantes dos três grandes. Mas não é assim agora.

A Nova Zelândia de Sophie Devine começou o torneio após um ano de resultados desastrosos. A fase de reconstrução não trouxe quaisquer benefícios tangíveis e Devine preocupou-se, no podcast de críquete feminino “Powerplay”, com o facto de as jovens estarem a gravitar para o netball ou para a união de rugby. Mas assim que chegaram ao torneio, tudo começou a se encaixar, com a principal tomadora de postigos do torneio, Amelia Kerr, sendo a luz brilhante.

A África do Sul, que eliminou a Inglaterra para chegar à final na última competição, está à beira do grande momento: “Duas finais em dois anos, devemos estar a fazer algo certo”, nas palavras de Laura Wolvaardt. A força deles tem sido as rebatidas – superadas pelos incríveis 74 pontos de Anneke Bosch, que não foram eliminados contra a Austrália.

Esta noite haverá um novo nome no troféu. O jogo começa às 15h BST. Junte-se a nós para ver a história feita.





Leia Mais: The Guardian

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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