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“Ainda Estou Aqui” bomba na estreia no Brasil e arrecada R$ 8,6 milhões

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O filme “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, estreou com força no Brasil e conquistou o público que foi às salas de cinema de todo o país. Com uma recepção calorosa, o longa arrecadou R$ 8,6 milhões em seu primeiro fim de semana!

Primeiro filme original da Globoplay, “Ainda Estou Aqui” já foi assistido por mais de 350 mil pessoas e está em exibição em 189 cidades e 610 salas de cinema. Essa é a maior abertura de um longa nacional da Sony desde 2015, informou a distribuidora em nota.

Depois de vencer o prêmio de Melhor Roteiro em Veneza e conquistar a crítica internacional, a película chegou com tudo por aqui. Grande candidato ao “Melhor Filme Internacional”, no Oscar, ele conta a história de Eunice de Paiva, que enfrentou a ditadura depois do desaparecimento do marido, o deputado Rubens Paiva.

Sucesso de bilheteria

Mal chegou e já sentou na janelinha. Ao arrecadar R$ 8,6 milhões, o longa ficou na frente de grandes nomes como “Venom: A Última Rodada (R$ 6,6 milhões” e “Operação Natal” (R$ 5,3).

Os dados são da ComScore e referentes ao período entre os dias 7, a estreia, e 10 de novembro, no último fim de semana.

Ainda estão no ranking a animação brasileira “Arca de Noé” (R$ 2,6 milhões), “Todo Tempo que Temos” (R$ 2,6), entre outros.

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Números impressionam

Segundo Maria Carlota Bruno, uma das produtoras do filme, os números impressionam, mas não são o mais importante.

“Estamos muito felizes com os números, mas o que emociona mesmo são os milhares de depoimentos que invadiram as redes sociais comentando positivamente sobre o filme e sobre a experiência coletiva nas salas de cinema”, declarou em entrevista à Globoplay.

Aclamado internacionalmente

Walter Salles entregou mais uma preciosidade do cinema brasileiro e está sendo reconhecido por isso.

Além de Fernanda Torres, estão no elenco do filme nomes de peso como Fernanda Montenegro, Selton Mello, Marjorie Estiano, Humberto Carrão, entre outros.

No Festival de Cinema de Veneza, na Itália, o filme ganhou o prêmio de melhor roteiro e foi aplaudido por 10 minutos.

No The New York Times, Fernanda Torres foi cotada como uma das maiores apostas para concorrer ao Oscar de melhor atriz.

O filme

A adaptação do livro autobiografia de Marcelo Rubens Paiva, “Ainda Estou Aqui” conta a história de Eunice Paiva (Fernanda Torres/Fernanda Montenegro).

Mãe de Marcelo e esposa de Rubens Paiva, a mulher enfrentou a violência do regime militar depois do desaparecimento do marido, no início da década de 1970.

Além dos diversos prêmios nacionais e internacionais, o longa foi escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para representar o país em busca do Oscar 2025.

Veja o trailer de “Ainda Estou Aqui”:

O longa é uma das apostas para a categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025. – Foto: Alile Dara Onawal



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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