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Aleac promove sessão solene em homenagem ao Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre
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2 anos atrásem
Fabiana Matos
Em sessão solene desta sexta-feira, 29, Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) homenageou toda a equipe do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) pelos trabalhos realizados em prol da sanidade animal e vegetal no estado.
A solenidade foi presidida pelo deputado Eduardo Ribeiro (PSD), que ressaltou a importância das iniciativas do órgão que atuam nas defesas animal e vegetal, na saúde pública e no desenvolvimento sustentável da agropecuária no Acre. “O objetivo da homenagem é reconhecer o esforço desses profissionais na proteção da saúde pública, pois entendemos que a sanidade animal é um ponto fundamental para o desenvolvimento e progresso econômico do estado“.

Ao se pronunciar no início da sessão, a chefe da Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Idaf, Mariana Benevides, ressaltou o valor do trabalho em equipe, do crescimento da instituição para o controle da sanidade animal e vegetal e pelo apoio contínuo. “Hoje celebramos uma grande conquista, um marco importante, que é fruto de um trabalho árduo e de uma equipe comprometida. Que este seja apenas o início de uma nova fase para a inspeção de produtos de origem animal, marcada por ainda mais desafios e vitórias”.

Selo D’Colonia é destaque durante a sessão
A sessão foi marcada pelo pronunciamento do primeiro produto certificado com o Selo D’Colônia, adquirida por produtor de mel, responsável pela marca Mel do Bonal. O selo D’Colônia, criado pelo Idaf, propõe uma desburocratização, tanto da inspeção de normas sanitárias, de esfera estadual, quanto dos procedimentos de registros, justamente por envolver agricultores de geração de itens produzidos em pequenas escala.
“Começamos em 2018, e em 2022 tornou-se uma empresa, e agora que a gente conseguiu certificar com o Selo D’ Colônia, graças ao apoio do Idaf, isso é somente o primeiro passo para expandirmos nosso produto para todo o estado” explica Gildmar Sobreiro, dono da empresa Mel do Bonal.

Na ocasião, em um discurso comovente, o dono da empesa Acreaves também anunciou uma grande conquista para a organização industrial e a economia local: a concessão do Selo do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
“Quando uma empresa adquire o Selo SISBI, isso significa que ela obteve a certificação necessária para comercializar produtos de origem animal em todo o Brasil. Isso significa que o nosso empreendimento, o primeiro do setor na história do estado a receber o credenciamento, está autorizado a comercializar seus produtos, e conseguindo atingir mercados como Porto Velho, Manaus e Roraima, graças ao trabalho de toda a equipe e o Idaf que nos ajudou nessa conquista e entregou a certificação. Hoje, a Acreaves já está necessitando com urgência aumentar sua produção tendo como consequência geração de mais empregos, mais renda para os produtores e o Estado.”, disse Paulo Santoyo, diretor-presidente da Acreaves.

O presidente do Idaf, José Francisco, destacou o evento como um reconhecimento ao trabalho realizado pela instituição ao longo dos anos, e agradeceu as empresas pela concessão dos selos que é um avanço na produção do estado. “Quando fui convidado pelo governador Gladson Cameli para assumir essa missão, pedi liberdade para priorizar o corpo técnico e administrativo, e hoje quando olho para todas as nossas conquistas, vejo que o trabalho de toda equipe levou o Idaf para um patamar de respeito e de comprometimento, que hoje se encontra com reconhecimento até mesmo a nível de Brasil.”

Ele também destacou que empresas que conquistam o selo se destacam por sua dedicação à segurança dos alimentos, à saúde dos consumidores e pela excelência dos produtos que oferecem. “A qualidade dos produtos da Acreaves e sua estrutura não poderiam ficar restritos somente ao nosso estado, o Sisbi-POA é o reconhecimento do bom trabalho feito por eles, é mais uma prova do nosso compromisso com o agronegócio. E com aquisição do primeiro Selo D’ Colônia, que é destinado para produtos elaborados de forma artesanal e tradicional, de cooperativas e estabelecimentos agroindustriais de pequeno porte, é mais uma porta aberta para pequenos produtores”, disse José Francisco Thum
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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