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“Além dos conflitos que os podem opor, Putin, Trump e Xi têm muito em comum”

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euAqui estamos nós, juntos no comando, um trio de choque com ambições expansionistas ostentadas para todos os efeitos. Pela segunda vez neste século, Donald Trump reúne-se com os seus dois grandes colegas de trabalho, Vladimir Putin e Xi Jinping, depois do período 2016-2020 em que o norte-americano ocupou a Casa Branca. Para além dos conflitos que os podem opor, estes três têm muito em comum.

Primeiro, o discurso dirigido internamente em cada um dos seus países. Xi Jinping quer alcançar ” sonhar Chinês »o “rejuvenescimento da China “, enfim, confusamente, algo que teria se perdido, que era belo e grande, e que teria que ser reencontrado. Nostálgico da União Soviética, Putin não consegue consolar-se com a Grande Rússia: lamenta um império que existiu e já não existe. Com seu mantra «Tornar a América grande novamente» (MAGA, tornar a América grande novamente), Trump cultiva a nostalgia de “era melhor antes”, quando, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos pareciam unidos internamente e sem rivais no exterior. Na história dos povos, a busca desesperada por uma chamada idade de ouro não é necessariamente um bom presságio.

Até porque a renovação prometida pelos três “manos” ao seu povo exige o domínio de outros povos, a começar pelos vizinhos – que têm a infelicidade de serem mais pequenos. Putin está a semear a morte e a destruição na guerra de agressão que trava há três anos contra uma Ucrânia cuja existência ele não admite, muito menos a sua independência. Ele, através de um déspota local, colocou as mãos na Bielorrússia. Desestabiliza a Geórgia e ameaça a Moldávia. Ele é incapaz de imaginar a felicidade russa dentro das fronteiras da Rússia.

Direitos sobre pequenos vizinhos

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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