NOSSAS REDES

ACRE

Alexis e Félix Lebrun, intocáveis, sagraram-se campeões europeus de tênis de mesa em duplas

PUBLICADO

em

A final de simples entre os loiros Lebruns não aconteceu. Mas os campeonatos europeus de ténis de mesa em Linz (Áustria) foram marcados com a marca da irmandade francesa. Domingo, 20 de outubro, Alexis e Félix Lebrun sagraram-se campeões europeus de duplas. Vencedores rápidos da dupla sueca Anton Kallberg e Truls Moregard, ambos medalhistas de prata nos Jogos de Paris (11-2, 11-6, 11-8), os irmãos Lebrun assumiram o status de sementes número um A.

Conquistado o match point, Alexis, 21, e Félix, 17, imitaram uma sessão de mini-boxe, em mais uma comemoração. Sem dúvida a ação menos controlada do dia, já que dominou o adversário na final. “Pensamos nisso um pouco antes e realmente não chegamos lá. Queríamos inovar, mas erramos”Félix se divertiu ao microfone do La Chaîne L’Equipe após a final. Pouco mais de dois meses depois de um verão mágico pontuado por duas medalhas de bronze nas Olimpíadas de Paris – para Félix em simples e em equipes – a dupla conquistou um título que escapava aos Blues há 24 anos e a coroação da dupla Patrick Chila e Jean -Philippe Gatien (em Bremen em 2000).

Bronze na edição anterior do Europeu de Munique (Alemanha) – eles tinham 18 e 15 anos na época – os dois irmãos começaram a final com força. Assim como Alexis, intocável desde o início do Campeonato Europeu, os franceses não deram chances à dupla sueca.

“É fantástico, é simplesmente incrível. Nós realmente gostamos de toda a competição”, saboreou Alexis Lebrun, questionado sobre a emissora da competição. Aquele que se aliou a Simon Gauzy nas duplas para os Jogos Olímpicos encontrou o irmão, com vista a estes Campeonatos da Europa, com a firme intenção “Buscar o primeiro título europeu. E chegamos lá”, ele insistiu. Sem comemorar muito: “Ainda tenho uma pequena partida pela frente”concluiu o novo campeão europeu.

Alexis Lebrun na final de simples, pela dupla

Porque o fim de semana dos irmãos Lebrun ainda não acabou. Se Félix foi eliminado em simples nas quartas de final, derrotado pelo alemão Benedikt Duda, de 28 anose mundo, seu irmão mais velho continuou sua jornada e submeteu o sueco Truls Moregard à tortura no domingo, para se oferecer a primeira final continental pessoal. Capaz de conseguir a dobradinha, ele enfrentará no final da tarde o carrasco alemão de seu irmão, que derrubou Félix no sábado (4-3) no final de um encontro que viu o jovem Lebrun perder os nervos de decepção, jogando sua raquete ao chão, sinônimo de cartão vermelho.

“Logo vi que poderia ser desclassificado (para a final de duplas), então eu fiquei com muito medo”contou o jogador depois, confessando “um pouco de constrangimento, vergonha, não é o que gosto de fazer, nem a imagem que quero passar”. Mas se sancionaram o adolescente francês – que não obterá pontos neste torneio e terá de reembolsar um ecrã danificado pela sua acção – os árbitros permitiram-lhe jogar a final com o irmão. E exultar com o título.

“É incrível, é um momento que queríamos vivenciar, e vivenciar isso com Alexis é ótimo. Gostamos do jogo e vivenciar esse título é ótimo”exultou o duplo medalhista de bronze olímpico de Paris 2024. Ele, que chegou a Linz demonstrando a intenção de deixar a Áustria com o título, disse que se remobilizou após a desilusão nas simples. “As derrotas acontecem, depois teve o incidente… Tirei um tempo para mim e me reenergizei na final, para passar para outra coisa. » Novos heróis do desporto francês, os irmãos Lebrun são agora campeões europeus.



Leia Mais: Le Monde

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

PUBLICADO

em

No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

Continue lendo

ACRE

Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

//www.instagram.com/embed.js



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS