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Alunos são protagonistas da nova campanha da Faculdade Mackenzie Rio criada pela 3mais
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Com participação de alunos da graduação, filme traz visibilidade à unidade carioca que completará 20 anos em 2025
Estudantes sempre ocuparão papel fundamental na trajetória de uma instituição de ensino. Para a Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, esse princípio se reflete em sua própria história e deve ser mostrado de forma ampla. Em 2025 a faculdade comemora 20 anos de atividade e para celebrar lança campanha publicitária, com seus alunos como protagonistas. Criada pela 3mais, a ação tem como objetivo dar visibilidade à unidade carioca, destacando o papel dos estudantes, reforçando a participação deles na construção da identidade da faculdade.
O filme para TV, gravado na unidade de Botafogo, conta com a participação ativa dos alunos da graduação, compartilhando suas experiências e conquistas. A campanha também conta com peças digitais e ações de mídia out of home, com depoimentos de alunos e professores. “Mackenzie é uma marca reconhecida pela sua excelência educacional e pelos seus valores. Os alunos se sentem parte da instituição. Não à toa, foi criado o termo ‘Mackenzista’. O aluno passa alguns anos na faculdade, mas carrega o Mackenzie para sempre na sua vida”, destaca Flávio Medeiros, diretor de Criação da 3mais.
Segundo ele, a ideia da campanha também é mostrar como a unidade é por dentro, com cenas na biblioteca, na sala de estudos, pelos corredores e que também está muito bem localizada, reforçando o fácil acesso. A veiculação da campanha na televisão começou em meados de outubro.
“Envolver alunos e professores da Faculdade Mackenzie Rio nesta campanha de publicidade reforça nosso sentimento de pertencimento de ser um mackenzista. Todos que participaram se dedicaram às gravações com muita alegria e disposição. A chegada da 3mais vai nos ajudar a dar mais visibilidade a nossa unidade que por um bom tempo esteve localizada no Centro da cidade e hoje se encontra na Zona Sul. Temos uma excelente
estrutura para receber os alunos, além de cursos lecionados por professores de alta qualidade”, enfatiza o diretor e professor Wladymir Soares Brito.
Clique aqui para assistir ao filme.
Ficha técnica
Cliente: Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio
Campanha: Reposicionamento
Atendimento: Rafaella Eyer, Bianca Escobar e Georgia Santos
Direção de Criação: Flávio Medeiros
Criação: Flávio Medeiros, Walter Cabral, Victor Garcia, Marcelo Coli, Alexandre Frerrot, Davi Barros e Rafaela Relva
Planejamento: Guilherme Loureiro e Rômulo Silva
RTVC: Karina Rei, Patrícia Reis
Finalização: Claudio Mata, Wesley Lemos
Revisão: Juliana Latini
Mídia: Diná Lopes, Cristiane Silva, Rayane Falconeres, Bruno Breslauer e Guilherme Souza
Produtora do filme
NomadNation
Diretor: Caio Abreia
Ass. de Direção: Eduardo Speroni
Produção Executiva: Sabrina Val
Diretor de fotografia: Dudu Mafra
Diretora de Produção : Bia Amorim
Produtora de som
Nova Onda
Aprovação cliente: Wladymir Brito
Sobre a 3mais
A 3mais nasceu da vontade de criar uma comunicação única, focada em dados, colaboração, resultados e empatia. Acredita na inovação como forma de gerar impacto para o mundo, por meio de um ecossistema de soluções para marcas que buscam construir relevância e legado. Sabe que, para fazer mais, é preciso ir além de ideias, apresentações e anúncios. É preciso ser mais.
Sobre a Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio
A Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio é uma instituição de ensino superior confessional presbiteriana e filantrópica, comprometida com a formação de profissionais competentes e com a produção, disseminação e aplicação do conhecimento, inserida na sociedade para atender suas necessidades e anseios, de acordo com princípios cristãos reformados. A Faculdade é uma Business School com cursos voltados para formar futuros profissionais que desejam ser gestores em suas áreas, possuidores de uma cultura empreendedora, visão ampla e ação inovadora do seu negócio. Possui cursos em Direito, Psicologia, Ciências Contábeis, de Dados e Econômicas, Relações Internacionais e Administração, além de pós-graduação em Direito Tributário, Finanças e Controladoria, IFRS, Negócio, Estratégia e Gestão, Transição Energética Justa e Inteligência Artificial para Gestão e Negócios. O Instituto Presbiteriano Mackenzie, há mais de 150 anos fazendo da Educação sua Missão, é a Entidade Mantenedora responsável pela gestão de todo o Mackenzie, presente em São Paulo (SP), Campinas (SP), Barueri (SP), Brasília (DF), Curitiba (PR), Castro (PR), Rio de Janeiro (RJ), Palmas (TO), Dourados (MS) e Recife (PE).
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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