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‘Amor da Minha Vida’: Bruna Marquezine é atriz solar – 21/12/2024 – Thiago Stivaletti

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Bruna Marquezine tem 45 milhões de seguidores no Instagram. Mas, antes e acima disso, Bruna Marquezine é uma atriz solar, dessas que eleva qualquer projeto em que trabalha.

Afastada das novelas da Globo há seis anos –seu último trabalho foi a vilã Catarina da fracassada “Deus Salve o Rei“–, eis que ela está de volta para relembrar o seu talento em “Amor da Minha Vida“, deliciosa série de comédia romântica do Disney+.

Sua personagem, Bia, coleciona aventuras e desilusões amorosas contando com o apoio emocional do melhor amigo, Victor (Sérgio Malheiros).

Se você já viu qualquer comédia romântica na vida, sabe que o que vou dizer agora não tem nada de spoiler: depois de muito bater cabeça, eles vão descobrir que são o amor da vida um do outro. Essa “surpresa” (só que não) consta até da sinopse da série que o Disney+ coloca em seu catálogo.

E, como sempre, o que importa não é o que vai acontecer e, sim, como. Bia é uma aspirante a atriz que vaga de teste em teste sem nunca conseguir nada de relevante. Victor é um certinho que herdou a loja de lustres do pai, ama fazer hambúrgueres caprichados para os amigos e preza a sua rotina, viciado nos mais rasteiros reality shows.

Criada por Matheus Souza, diretor do ótimo “Apenas o Fim” (2008) e corroteirista de “Eduardo e Mônica“, “Amor da Minha Vida” não vai mudar a vida de ninguém, mas vai fazer você dormir mais feliz à noite. Tem ótimos diálogos sobre a vida e o amor, daqueles que nos fazem sentir saudade dos bons filmes de Woody Allen. E –algo bem raro nos dias de hoje– não economiza nas cenas de sexo.

Bruna brilha em vários momentos, às vezes rindo e chorando na mesma cena, construindo a fragilidade e o nó emocional da sua Bia sempre com leveza e humor. O elenco é cheio de participações afetivas saborosas, como Cissa Guimarães no papel da mãe durona e Fernanda Paes Leme como um inusitado interesse amoroso de Bia.

Como cereja do bolo, a fotografia e a direção de arte são inspiradíssimas, numa profusão de cores que fazem a gente querer ser vizinhos dos personagens. Bruna está tão bem que nos faz até esquecer a sua participação em “Besouro Azul“, um dos tantos filmes de super-herói que floparam nas bilheterias no ano passado.

“Amor da Minha Vida” vem para confirmar o que já sabíamos: o lugar da nossa diva não é desfilando “lookinhos” no seu insta, muito menos ralando para os gringos em Hollywood. É brilhando em bons papéis por aqui mesmo, no Brasil. E, por favor, Bruna, não desista de vez das novelas; sinto que você ainda tem muito a nos entregar por lá também.

“Amor da Minha Vida”

Todos os dez episódios disponíveis no Disney +

Thiago Stivaletti é jornalista e crítico de cinema, TV e streaming. Foi repórter na Folha de S.Paulo e colunista do UOL. Como roteirista, escreveu para o Vídeo Show (Globo) e o TVZ (Multishow).



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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