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Anne Genetet defende “igualdade de tratamento” entre público e privado

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A Ministra da Educação Anne Genetet defendeu no domingo, 17 de novembro, a vontade do governo de estabelecer três dias de espera em caso de licença médica para os funcionários públicos, acreditando que não há « razão » opor-se a um “igualdade de tratamento” com o setor privado.

“O período de espera, a ideia, é alinhar. Foi isso que foi proposto, que fosse alinhado com os funcionários do setor privado, que não houvesse diferença. Não vejo razão pela qual alguém se oponha à igualdade de tratamento para todas as pessoas que trabalham.”disse M.meu Genetet durante o show “Questões políticas” da France Inter, France Télévisions et O mundo.

Professores “são funcionários públicos como outras funções públicas, são afetados por essas decisões”ela disse novamente, acrescentando que “por trás está menos aquela que é a matéria principal do ensino hoje do que as dificuldades do exercício da profissão e a atratividade da profissão”. “Se olharmos apenas para a ausência dos nossos professores por doença, eles são o serviço público menos ausente em comparação com os outros, hospitaleiros e territoriais”temperou o ministro. “Eles não estão nem mais nem menos ausentes do que os funcionários do setor privado”ela acrescentou.

A raiva dos sindicatos

O governo anunciou no final de outubro medidas de poupança para a função pública no valor de 1,2 mil milhões de euros, incluindo a introdução de três dias de espera (não remunerados) em caso de baixa por doença dos funcionários públicos, para alinhar as condições de remuneração públicas e privadas.

Embora o sector privado beneficie em muitos casos de acordos colectivos que abrangem estes três dias, estes anúncios cristalizaram a ira dos sindicatos, que apelaram em um dia nacional « ação » e de ” batida “ 5 de dezembro.

De acordo com um relatório da Direção-Geral da Administração e Função Pública (DGAFP) divulgado sexta-feira, os agentes do setor público estiveram ausentes em média 12 dias em 2023, ou seja, mais 1,7 dias do que os funcionários do setor privado (10,3 dias). A diferença entre os dias de ausência de funcionários públicos e de funcionários do setor privado diminuiu em comparação com 2022, quando era de 2,8 dias.

O mundo com AFP

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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