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Aos 100 anos, ex-presidente americano Jimmy Carter vota nas eleições presidenciais
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O ex-Presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter queria viver o suficiente para votar em Kamala Harris, e, nesta quarta-feira, conseguiu alcançar o objetivo ao votar pelo correio na candidata democrata, informou a sua fundação, 15 dias depois de ele completar 100 anos. O antigo líder democrata aproveitou para votar mais cedo na sua cidade natal, no estado da Geórgia, onde reside.
Segundo o neto, citado pelo Atlanta Journal-Constitution, Jimmy Carter disse aos familiares que era mais importante para ele continuar vivo para poder votar nas eleições presidenciais de 2024 do que completar 100 anos.
Aposentado da vida pública, o democrata, que liderou os Estados Unidos entre 1977 e 1981, recebe cuidados paliativos em casa há mais de um ano e meio.
Kamala Harris, a primeira mulher, e negra, eleita vice-presidente dos EUA
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Kamala Harris, ex-procuradora-geral e filha de imigrantes, entra para a história como a primeira mulher a se tornar vice-presidente dos Estados UnidosAgência O Globo
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Kamala, senadora democrata pela Califórnia, chegou a se apresentar em 2019 como pré-candidata na corrida interna do partido para a disputa presidencial, mas desistiu da campanha antes das préviasREUTERS
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Ao anunciar a senadora como sua companheira de chapa, Biden elogiou a história de vida da escolhida. Harris, que é filha de imigrantes, foi procuradora-geral da Califórnia antes de ser eleita para o SenadoREUTERS
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”Sei o quanto Beau (Biden, o falecido filho do ex-vice-presidente) respeitava Kamala e seu trabalho e, para ser honesto com você, isso pesou na minha decisão (de escolhê-la)”, disse Biden durante sua primeira aparição com Harris como companheiros de chapaAFP
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Kamala Harris durante discurso em 27 de outubro, em Las Vegas. Aos 56 anos, a senadora democrata da Califórnia permitiu que Biden, de 77 anos, ganhasse o apoio de um eleitorado mais diverso que buscava ser melhor representado no topo do poderAFP
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Biden e Kamala, em 20 de agosto, cumprimentam apoiadores fora do Chase Center, em Wilmington, Delaware, ao fim da Convenção Nacional Democrata, realizada virtualmenteAFP
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Kamala Harris, cuja mãe nasceu na Índia e seu pai na Jamaica, é a primeira negra e a primeira asiática-americana a disputar uma eleição presidencial nos EUA por um dos dois principais partidosREUTERS
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Uma família indiana posa para uma fotografia enquanto torce pela vitória de Kamala Harris, em Painganadu, perto da vila de Thulasendrapuram, onde o avô materno de Harris nasceu e cresceu, no estado de Tamil Nadu, no sul da ÍndiaREUTERS
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Uma mulher dá os últimos retoques a uma mensagem para a candidata democrata dos EUA à vice-presidência, Kamala Harris, em Painganadu, no estado de Tamil Nadu, ÍndiaREUTERS
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Kamala Harris, na véspera do dia oficial da eleição, fala em um comício drive-in na Filadélfia, Pensilvânia. Harris chegou às urnas com a força de ter sido a primeira mulher negra a ser eleita procuradora-geral na Califórnia e como a primeira mulher de ascendência sul-asiática no SenadoAFP
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Kamala Harris e o marido, Douglas Emhoff, se abraçam no palco em um comício drive-in na Filadélfia, PensilvâniaAFP
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Kamala Harris, cujos pais, imigrantes da Jamaica e da Índia, tiveram as vidas marcadas pela narrativa do “sonho americano”AFP
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Kamala Harris cumprimenta o senador do estado da Pensilvânia, Vincent Hughes, com uma cotovelada, em 2 de novembroREUTERS
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A senadora Kamala Harris, candidata à vice-presidência, posa para uma selfie com apoiadores durante um evento em Fort Lauderdale, Flórida, em 31 de outubro. Harris nasceu em 20 de outubro de 1964, em Oakland, Califórnia, na época um núcleo de ativismo pelos direitos civis e contra a guerraREUTERS
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Harris ri antes de falar durante um comício de campanha drive-in em Phoenix, Arizona, em 28 de outubro. Ela se formou em direito na Universidade Howard, em Washington, um ícone da cultura negra nos Estados UnidosAFP
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A senadora, agora vice-presidente eleita dos EUA, ganhou projeção nacional ao questionar duramente, em sabatinas no Senado, indicados por Trump para cargos de juiz da Suprema Corte e de secretário de JustiçaAFP
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Kamala Harris fala durante um comício de campanha drive-in em Phoenix, Arizona, em 28 de outubroAFP
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Harris conversa com apoiadores durante um evento de campanha em Phoenix, Arizona, em 28 de outubroREUTERS
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Há pouco mais de um ano, quando ocorriam as queimadas na Amazônia brasileira, Harris fez duras críticas à condução da política ambiental pelo governo Bolsonaro, a quem chamou de “presidente tipo Trump” REUTERS
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Carismática, Kamala Harris fala em um evento de campanha em Detroit, Michigan, em 25 de outubroAFP
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Kamala Harris, a primeira mulher, e negra, eleita vice-presidente dos EUA
O ex-presidente centenário centrou o seu mandato nos direitos humanos, na justiça social e nos valores democráticos.
A sua política em relação à América Latina foi um reflexo disso. A sua administração denunciou os abusos das ditaduras militares no Cone Sul, retirou o apoio ao regime de Somoza na Nicarágua e prometeu devolver o Canal do Panamá aos panamenhos, algo que ele descreveria como a sua “batalha política mais difícil”.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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6 dias atrásem
16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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