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Aos 124 anos mulher mais velha conta segredo para se manter saudável; mingau especial

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Qiu Chaishi , a mulher mais velha da China, atribui seu segredo de longevidade a um mingau muito especial e caminhadas diárias. – Foto: SCMP

Qiu Chaishi, a mulher mais idosa da China, completou recentemente 124 anos, e a memória dela tem deixado todos curiosos. A idosa revelou que o segredo para uma vida longa e saudável está em uma dieta simples, composta por mingau de arroz e banha de abóbora, além das caminhadas diárias que pratica.

Nascida em 1901, durante os últimos anos da dinastia Qing, Qiu tem uma história de vida que atravessa séculos de transformações na China. No dia 1º de janeiro, ela celebrou aniversário rodeada pela família na cidade de Nanchong, na província de Sichuan, que reúne seis gerações, com um bebê de apenas oito meses sendo o membro mais jovem.

Embora o registro da data de nascimento dela conste no sistema de registro residencial da China, o hukou, a idade da idosa ainda não foi oficialmente validada por organizações externas ao país.

O mingau e a vida longa

Qiu faz três refeições por dia conforme o cronograma, caminha bastante e vai para a cama por volta das 20h. Também mantém uma rotina de pentear o cabelo, acender fogueiras e alimentar gansos sozinha, além de subir escadas com facilidade.

O prato favorito da supercentenária é um mingau feito com abóbora, melão e milho moído, coberto com uma colher de banha. A neta conta que agora a avó “come com moderação” a banha. Mas que adora.

Com uma memória incrível, Qiu relembra dos tempos em que era criança e da fome. “Mas eu consegui [sobreviver]”, ela disse ela, que tem habilidades com contabilidade e agricultura.

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Família e desafios

Aos 40 anos, a idosa ficou viúva, quando o marido morreu repentinamente. Ela ficou sozinha para criar quatro filhos. Trabalhou duro e garantiu a união da família.

Atualmente, Qiu mora com uma neta em uma casa rural de três andares em Nanchong. Ela teve perda de visão e audição, mas segue perspicaz e articulada. A idosa está entre os 960 centenários da cidade.

“Meus irmãos, marido e filho faleceram há muito tempo”, reagiu ela.

“A avó nunca reclama”, disse a neta Qiu Taohua. “Após uma notícia ruim, ela fica quieta por um tempo, depois se recupera com risadas e positividade.”

País de centenários

De acordo com o Censo Nacional de 2020, a China reúne 119 mil centenários, o maior número do mundo.

Um relatório de 2023 da Comissão Nacional de Saúde destacou ainda mais o aumento da expectativa de vida média na China, que é de 78,6 anos.

Hong Kong se destacou globalmente em 2024, com a maior expectativa de vida média, de 85,63 anos, segundo o SCMP

No Brasil, segundo o IBGE, a expectativa de vida ao nascer subiu para 76,4 anos.

Qiu Chaishi nasceu no período das dinastias da China, diz ter passado fome e sobrevivido. Criou os 4 filhos sozinha e hoje a família tem seis gerações. Foto: SCMP

Qiu Chaishi nasceu no período das dinastias da China, diz ter passado fome e sobrevivido. Criou os 4 filhos sozinha e hoje a família tem seis gerações. Foto: SCMP



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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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