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Conheça novo restaurante coreano em loja de k-beauty em SP – 26/01/2025 – K-cultura

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Nathalia Durval

Um pequeno cavalete com um “Olá” escrito em coreano indica a entrada do sobrado branco decorado com plantas, no meio do fervo gastronômico do Baixo Pinheiros. Na frente, fica a Kollab, uma loja de k-beauty. Aos fundos, foi aberto sem alarde em setembro um restaurante, o Moktcha.

O nome, adaptado para o português, é um convite: “Vamos comer”. Quem convida é Soon Ok Kim Park, que migrou para o Brasil com o marido em 1976. Ela, que sempre gostou de cozinhar as receitas que aprendeu com a mãe no interior da Coreia do Sul, decidiu abrir o espaço próprio aos 70 anos.

Soon recebe quem passa pela loja, comandada pelas filhas, com uma comida coreana caseira preparada com temperos feitos do zero por ela. Para fazer o óleo de gergelim, torra os grãos como se fosse café. Seus kimchis têm picância calibrada para o paladar brasileiro e lotam duas geladeiras só para eles.

Também produz artesanalmente o gochujang, pasta de pimenta fermentada que é uma das bases da culinária do país do k-pop, num processo longo que leva pelo menos oito meses. Em casa, cultiva uma horta.

O cardápio ela vai adaptando com as receitas que mais gosta e que dão certo. Estão lá pratos tradicionais, como bibimbap, japchae e topokki, em porção individual que satisfaz.

O bulgogi (R$ 75), fatias finas de contra-filé bovino, é servido com arroz e ganha complemento de macarrão de batata-doce, cenoura, cebola, cogumelo e cebolinha, todos grelhados numa grelha direto na mesa. O molho para marinar a carne ela faz com ingredientes como shoyu, açúcar, pêra e saquê. Prove junto o kimchi de acelga ou de nabo (R$ 10).

Para beber, tem soju, makgeolli (tipo de vinho de arroz fermentado) e sucos e refrigerantes coreanos. Dá para se acomodar em mesas na frente da casa, numa varanda a céu aberto, ou no salão aos fundos, com duas mesas e um balcão de madeira comprido com banquetas.

Esse cantinho tem iluminação natural e é rodeado por samambaias e outras plantas, que Soon gosta de cultivar —em casa, diz ter 400 orquídeas. Ela mesma recepciona a clientela, de forma simpática, e prepara a comida. Por ora, apenas no almoço, de terça a domingo.

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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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