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Apagão em Porto Rico após colapso da rede elétrica, deixando 1,3 milhão no escuro | Porto Rico

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José Olivares

Porto Rico está passando por um corte generalizado de energia na véspera de Ano Novo, após o colapso da rede elétrica, afetando quase toda a ilha.

Quase 1,3 milhão de pessoas estão sem energia na ilha.

A Luma Energy, a empresa privada de energia que fornece principalmente energia para a ilha, informou às 10h45 ET que apenas 13,5% dos clientes do território dos EUA tinham poder. Em comunicado, a empresa estimou que pode demorar entre 24 e 48 horas para restaurar a energia.

O governador de Porto Rico, Pedro Pierluisi, postado em X que seu escritório estava em contato com a Luma e “exigindo respostas e soluções” da empresa. Luma disse em um comunicado acreditava que “uma falha em uma linha subterrânea” foi responsável pela interrupção.

Houve outro apagão em junho, afetando cerca de 350 mil clientes na ilha. A interrupção da véspera de Ano Novo parece ser significativamente maior do que o apagão anterior.

Os apagões têm sido um problema recorrente em Porto Rico desde 2017, quando Furacão Maria danificou gravemente a ilha. O furacão destruiu a rede elétrica pública, conhecida como Autoridade de Energia Elétrica de Porto Rico ou Prepa. No ano seguinte, o então governador da ilha anunciou a venda da Prepa e privatizou a rede de distribuição eléctrica.

Devido ao furacão de 2017 e aos apagões subsequentes, muitas pessoas em Porto Rico dependem de geradores de reserva. Principal aeroporto de Porto Rico anunciado os voos não seriam interrompidos e as operações funcionariam normalmente, graças aos geradores elétricos.

A nova governadora, Jenniffer González-Colón, que tomará posse em 2 de janeiro, planeja nomear um “czar da energia” para revisar o contrato com Luma e procurar outro operador de rede elétrica, de acordo com a Associated Press.



Leia Mais: The Guardian

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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