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2025 melhor: cores, banhos e pedras para absorver energias positivas no Ano Novo
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O novo ano de 2025 está aí e não custa reunir energias positivas para começar o novo ciclo. Tradições e crenças para atrair o bem e afastar o que não presta têm muitas. O Só Notícia Boa reuniu algumas sugestões.
Para começar, é ideal fazer uma limpeza energética para atrair mais leveza e positividade. A dica é um bom banho com água e sabonete e, depois, incluir ervas e sal grosso para limpar a negatividade. Enquanto faz o banho, mantenha o pensamento elevado, só com coisas boas.
Usar pedras, cristais e cores também estão na lista de pessoas que acreditam na energia positiva para começar bem o ano novo. Lembre-se também que as cores da roupa que você vai usar representam a mensagem que você deseja passar na virada. Usar preto pode? Veja abaixo.
Cores e significados
Há quem acredite que o uso de uma cor influencie nos dias que virão, como o amarelo para chamar dinheiro, o branco, pedindo paz e o vermelho para atrair amor.
A consultora de imagem Camila Tejo lembra que cada cor tem um efeito psicológico, e a escolha depende da mensagem que a pessoa quer transmitir. “As cores produzem efeitos psicológicos em quem as vê. O verde acalma, o azul transmite uma confiança, uma credibilidade”, disse ao Jornal da Paraíba.
“Para a virada do ano, o ideal é que a gente use essas mensagens ao nosso favor, a depender da mensagem que a gente deseja transmitir para quem vai estar com a gente, como também para a intenção que temos temos paro o ano de 2023”.
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Usar preto no Réveillon pode?
Apesar de a cor preta ser associada ao luto, Camila Tejo explica que essa cor, além da sofisticação, é ligada à independência e ao poder.
“Preto é a cor da elegância, do poder, da sofisticação, da independência, da solidez e da autoridade. Se você quer comandar sua vida em 2023, pode ser uma boa aposta”.
Pronto. A explicação está aí e é você quem decide.
Veja a lista de cores e o que cada uma delas significa
- Amarelo: atrai coisas boas que podem vir a se realizar na sua vida; Dizem que chama dinheiro
- Azul: simboliza a juventude, a confiança e a harmonia para que as novas coisas venham até você com o esforço certo. Contribui para a nobreza, calmaria e paz no ambiente;
- Branco: ajuda a manter o equilíbrio e a harmonia entre os dois mesmo em períodos de dúvidas ou inseguranças. É conhecida como a cor da paz.
- Lilás: remete à ligação espiritual e à paciência. Quem usa esta cor está inclinado a se conectar e a inspirar paz por meio de sua transmutação espiritual e a cura.
- Rosa: representa a doçura e a delicadeza;
- Verde: tem uma carga poderosa de equilíbrio e de frescor, realça e atrai saúde;
- Vermelho: remete à transformação, à idealização e à vontade de crescer. Também representa paixão, o sexo e o tesão entre um casal.
Cristais e pedras
Para a terapeuta holística Mariana Tortella, uma forma eficaz de alcançar equilíbrio é utilizar pedras e cristais.
“Por intermédio [dos cristais e das pedras] é possível nos libertar do poder inconsciente dos registros passados e simplificar o ato de realizar novas metas e projetos”, disse a especialista em Radiestesia e Radiônica ao O Globo.
Ela lembra é preciso preciso fazer a desimpregnação das pedras, para remover qualquer energia indesejada, usando água corrente e deixando a pedra sob a luz do sol ou da lua, ou usando o gráfico radiônico desimpregnador.
Benefícios da limpeza
De acordo com Mariana, a prática da limpeza energética é um ato de autocuidado e renovação, libera energias estagnadas e abre espaço para novas vibrações.
Segundo a terapeuta, é criado um ambiente mais leve, harmonioso e propício para atrair prosperidade, saúde e boas oportunidades no novo ciclo.
Mariana acrescenta que existe uma conexão com o bem-estar físico, emocional e espiritual, permitindo que você comece o ano com equilíbrio e positividade.
Limpeza energética
A terapeuta sugere que uma vez por mês os cristais sejam recolhidos, lavados em água corrente e energizados no sol. A seguir, os cristais e pedras.
- Quartzo Cristal: energiza espaços
- Ágata: promove equilíbrio e estabilidade energética, além de bençãos.
- Ametista: tranquiliza, conecta e protege.
- Obsidiana: ajuda a absorver energias negativas.
- Turmalina negra: protege contra energias nocivas.
Feliz Ano Novo!
Especialistas afirmam que pedras e cristais energizados adequadamente ajudam no equilíbrio e na energia positiva. Foto: Freepik

A festa do Réveillon 2024 em Brasília. – Foto: Agência Brasil
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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