NOSSAS REDES

ACRE

Após 10 dias, polícia ainda continua buscas por corpo de homem decapitado em vídeo no AC

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Após dez dias do desaparecimento de Raimundo Lacerda do Nascimento, que aparece sendo decapitado em um vídeo nas redes sociais, em Rio Branco, a Polícia Civil continua com as investigações, mas ainda não conseguiu achar o corpo da vítima.

De acordo com a polícia, Nascimento foi visto pela última vez na quarta-feira (15), quando conversava por meio de áudio com Adriana Silveira, suspeita de atrair ele ao local onde foi executado. A família fez o boletim de ocorrência na sexta-feira (17).

De acordo com o delegado Cristiano Bastos, que comanda as investigações sobre o caso, as buscas feitas pelo Corpo de Bombeiros foram suspensas na última sexta-feira (24), mas a polícia tenta localizar por meio das investigações.

“Nós tentamos, por meio das investigações, colher informações das pessoas que moram ali nas proximidades”, disse o delegado.

Segundo Bastos, dois adolescentes foram apreendidos e três pessoas presas, suspeitas de participar do crime e gravar vídeo de uma decapitação, divulgado nas redes sociais.

Após a apreensão do menor, a polícia também localizou o celular e o capacete de Raimundo Lacerda do Nascimento.

“Continuamos com a prisão das três pessoas e internação de menor e a localização dos objetos. Os bombeiros fizeram buscas até sexta-feira (24). Hoje, [segunda-feira 25] não teve buscas e estamos aguardando o relatório do Corpo de Bombeiros”, disse o delegado.

Além disso, o delegado informou que a equipe de investigação continua com as diligências e continua ouvindo as pessoas para tentar localizar a vítima.

“As diligências continuam, agora, para tentar localizar o corpo. São dez dias apenas, e ainda temos um prazo para encerrar e tudo que for relevante, nós vamos correr atrás”, explicou o delegado.

Ainda conforme a polícia, Lacerda foi mantido em cárcere privado e em seguida torturado psicológica e fisicamente até confessar ser de uma facção criminosa rival a dos autores do crime.

REDES SOCIAIS

Área do assinante

Receba publicações exclusivas.

MAIS VISUALIZADAS

WhatsApp chat