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Após 18 anos, mulher volta a falar por causa de neuroprótese; inovador!
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1 ano atrásem
Depois de 18 anos, essa mulher voltou a falar após usar uma neuroprótese revolucionária. A paciente consegue se expressar com a própria voz!
Por quase duas décadas, Ann viveu em silêncio. Aos 30 anos, a mulher, que passou por tratamento na Universidade da Califórnia em Berkeley (UCB), Estados Unidos, sofreu um derrame e ficou restrita a poucos sons monossilábicos.
Mas pela primeira vez na história, uma neuroprótese conseguiu restaurar a comunicação verbal natural de uma pessoa. O objeto decodifica sinais cerebrais e os transforma em fala fluente. Os resultados foram publicados na última semana na revista Nature Neuroscience.
Procedimento inovador
Em 2022, Ann foi submetida a uma cirurgia onde os neurocirurgiões implantaram 253 eletrodos em regiões específicas do cérebro.
Esses eletrodos registram a atividade cerebral da mulher e enviam os sinais para um computador, que os traduz em palavras e os reproduz com o mesmo tom de voz que ela tinha antes do derrame.
Interceptamos os sinais no ponto em que o pensamento se torna vocalização”, explicou Cheol Jun Cho, primeiro autor da pesquisa, em uma declaração da UCB.
Isso significa que, mesmo sem poder mover os músculos da boca e das cordas vocais, Ann pensa no que deseja falar e a tecnologia faz o resto!
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Neuroprótese e fala
Para ensinar o computador a interpretar os sinais cerebrais de Ann, os pesquisadores pediram que ela tentasse ler frases curtas em uma tela.
Aos poucos, com a ajuda de inteligência artificial, o sistema aprendeu a transformar os sinais em palavras e a construir frases completas.
Com o passar do tempo, a tecnologia evoluiu mais ainda e avançou para um estágio em que Ann pudesse se expressar de maneira contínua e sem pausas.
Além disso, o grupo usou gravações antigas da voz da paciente. Com isso, o computador conseguiu reproduzir o tom original. Para a família, esse detalhe fez toda a diferença!
Futuro desafiador
Apesar do sucesso, os pesquisadores alertaram que a tecnologia ainda está em fase experimental e precisa de aprimoramentos.
Os próximos passos incluem melhorias na precisão da dedicação dos sinais e na expressividade da o sintético.
“A síntese de uma fala contínua e natural a partir da atividade cerebral, e com atraso mínimo, é um objetivo importante das tecnologias de restauração da fala para pacientes com paralisia grave”, finalizaram no artigo.
Veja como a tecnologia funciona:
Os pesquisadores conectaram um plante cerebral ao computador sintetizador de voz. – Foto: Noah Berger
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Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
25 de setembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.
As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.
“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”
O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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