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Após caso de meningite na Bolívia, Vigilância do Acre manda equipe para fronteira

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Profissionais de saúde da cidade de Plácido de Castro, interior do Acre, recebem capacitação e orientações sobre o atendimento em casos de meningite. O treinamento ocorre após um soldado da Bolívia, que faz fronteira com o Acre, ser diagnosticado com meningite bacteriana.
O paciente está internado em um hospital de La Paz, capital da Bolívia. Além disso, outros 70 soldados, que tiveram contato com esse paciente, foram isolados e recebem tratamento em um hospital da Vila Evo Morales.
Ao G1, a chefe da Vigilância em Saúde do Acre, Glória Nascimento, falou que foi enviada uma equipe na terça-feira (18) e nesta quarta (19) para conversar com os profissionais da cidade brasileira.
“Os procedimentos que tomaram foram os certos, tanto o município de Plácido de Castro como a Vila [Evo Morales] também. Fomos no hospital e o diretor pediu pra gente fazer umas orientações e capacitação como protocolo de atendimento da população”, disse.
As equipes brasileiras também visitaram o hospital da Vila Evo Morales para conversar e saber dos procedimentos adotados. Segundo Glória, os 70 soldados estão em observação e não há confirmação de novos casos da doença.
“Todos foram isolados, recebem tratamento e fizeram a profilaxia deles, e o soldado com a doença foi levado para La Paz onde recebe tratamento. Ele já está muito bem”, reforçou.

Mobilização

A chefe reforçou também que as equipes de saúde do Acre e da Bolívia estão mobilizadas em uma ação na fronteira para orientar as pessoas. De acordo com ela, a situação está sob controle e os profissionais atentos sobre possíveis novos casos.
“Fizemos visitas aos médicos e estão em uma organização muito boa. Estão todos sensibilizados com isso, foi só um caso desse paciente, mas estão mobilizados com equipes do Brasil. Hoje [quarta,19] foi uma equipe de lá [Bolívia] para fazer uma capacitação também. Mas, está tudo tranquilo”, confirmou.

Meningite bacteriana

A meningococcemia pode ser transmitida pelas vias respiratórias e por gotículas e secreções do paciente, contato íntimo (residente da mesma casa, pessoas que compartilham o mesmo dormitório ou alojamento). A propagação também é facilitada em ambientes fechados e/ou sem ventilação.

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