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Após quase oito meses, Rio Acre volta a ficar acima dos 9 metros em Rio Branco
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O Rio Acre chegou, nesta quarta-feira (7), a 9,25 metros após não chegar a esse nível desde abril deste ano, segundo a Defesa Civil Municipal. A última vez que a cota do rio na capital havia ficado em cima dos 9 metros foi em 11 de abril deste ano.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, tenente-coronel Cláudio Falcão, disse que a partir de agora, com chuvas mais frequentes, o rio deve se manter estável, mas os níveis acima do registrado nos últimos anos para essa data preocupam as autoridades.
“2022 está sendo totalmente atípico. Tivemos 3 recordes de níveis baixos e, ao mesmo tempo, estamos registrando altos níveis para essa data em comparação aos últimos anos. Tudo isso chama muito atenção, a tendência é que tenhamos mais chuvas, que devem superar o esperado para dezembro”, destaca.
O coronel destaca que a partir de agora o rio deve se manter em uma média sempre acima dos 6 metros.
“Para os próximos dias, a previsão é que o rio estabilize e regrida um pouco, mas não deve ficar abaixo dos seis metros. Isso nos prepara para um cenário mais crítico para início de janeiro com o rio mais elevado”, destaca.
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Última vez que o rio ficou acima de 9 metros foi em abril deste ano — Foto: Murilo Lima/Rede Amazônica Acre
O volume acumulado de chuvas até esta quarta é de 198,2 milímetros, sendo que são esperados para todo o mês de dezembro 267,9 milímetros. Ou seja, já choveu, em uma semana, 74% do esperado para todo o mês.
A coordenação da Defesa Civil Municipal informou que atende, ainda nesta quarta-feira (7), 50 ocorrências, sendo a maioria de corte de árvores que caíram durante os temporais.
Falcão destacou ainda que, além de ocorrências para amenizar os estragos dos temporais, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil estão com operação para retirada de balseiros da estação de tratamento de água I, que fica na Sobral.
O diretor-presidente do Saerb, Enoque Pereira, disse que as equipes já tinham feito limpeza no local há cerca de quatro dias, mas com a subida do nível do Rio Acre, os balseiros tendem a aumentar, o que dificulta o trabalho de captação de água.
Atualmente, a ETA I opera com redução de 30% de sua capacidade. Segundo dados repassados por Pereira, normalmente, a estação puxa 800 mil litros de água por segundo e, atualmente a capacidade é de 550 litros de água por segundo.
As menores cotas já registradas do Rio Acre são:
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Aviso é de mais chuvas nesta quarta-feira (7), alerta Inmet — Foto: Reprodução/Inmet
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de abril de 2026O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.
A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.
Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.
Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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2 semanas atrásem
16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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