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Apple relata demanda robusta pelo iPhone 16, mesmo com desaceleração nas vendas gerais na China | Maçã

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Johana Bhuiyan

A Apple relatou forte demanda pelo iPhone 16 em seu relatório de lucros trimestrais na quinta-feira, embora as vendas em China diminuiu ligeiramente ano após ano. A empresa relatou receita de US$ 94,9 bilhões, um aumento de 6% ano a ano, e US$ 1,64 em lucro por ação (EPS). Os lucros da empresa superaram ligeiramente as projeções de Wall Street de US$ 94,4 bilhões em vendas e um lucro por ação de US$ 1,60.

A empresa obteve receita de US$ 46,2 bilhões com as vendas do iPhone, acima dos US$ 43,8 bilhões ano a ano. A receita do quarto trimestre de sua divisão de serviços, que inclui assinaturas, aumentou de US$ 22,31 bilhões para US$ 24,97 bilhões ano após ano.

O relatório de lucros é a primeira visão da demanda pelo iPhone 16, que a Apple divulgou dias antes do final do quarto trimestre. Esperava-se que o lançamento do mais recente iPhone fosse uma bênção para a Apple na China e poderia permitir-lhe recuperar quota de mercado, segundo uma análise pela empresa de inteligência de mercado International Data Corporation. Devido à concorrência acirrada de players como Huawei e Xiaomi, a empresa caiu para o sexto lugar entre os vendedores de smartphones no último trimestre.

Em comunicado, o CEO Tim Cook elogiou o lançamento dos “melhores produtos até agora” da empresa, que incluíam Maçã Inteligência além do iPhone 16.

“E esta semana, lançamos nosso primeiro conjunto de recursos para Apple Intelligence, que estabelece um novo padrão de privacidade em IA e turbina nossa linha rumo à temporada de férias”, disse Cook em comunicado.

A Apple tem lutado para diminuir a demanda por seus outros dispositivos no ano passado. As vendas de seus dispositivos vestíveis, como Apple Watch e Airpods, caíram por quatro trimestres consecutivos. As vendas do headset Vision Pro, o primeiro novo produto de hardware da Apple em quase uma década, também não decolaram.

Além das novidades sobre a demanda do iPhone 16, os investidores estarão atentos às atualizações da empresa sobre a lenta implementação de seu conjunto de recursos de IA, chamado Apple Intelligence, que está incluído na versão mais recente do sistema operacional do iPhone da Apple. Cook defendeu a decisão da empresa de demorar para lançar um concorrente do Gemini do Google, ChatGPT e Meta AI da OpenAI. Em entrevista ao Jornal de Wall Streetele disse que a empresa queria se concentrar na criação do melhor assistente de IA, não no primeiro.

“Não fomos os primeiros a fazer inteligência”, disse ele. “Mas fizemos isso da maneira que consideramos melhor para o cliente.”

A versão básica do Apple Intelligence, que alguns usuários conseguiram em uma versão limitada, teve alguns problemas no campo da inteligência. O recurso de IA interpretou mal os alertas de notícias e compartilhou resumos imprecisos, de acordo com vários exemplos que os usuários compartilharam nas redes sociais.

A empresa não lançou o recurso em mercados importantes como Europa e China, onde ainda enfrenta forte concorrência. A Apple também enfrentou alguma pressão em outras partes da Ásia. Indonésia vendas proibidas do iPhone 16 depois que o governo disse que a empresa não cumpriu a promessa de investir mais na economia local.



Leia Mais: The Guardian

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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