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Arábia Saudita sediará a Copa do Mundo FIFA de 2034: quando e onde será realizada? | Notícias de futebol

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O órgão que governa o futebol mundial, a FIFA, Arábia Saudita confirmada como país-sede da Copa do Mundo da FIFA na quarta-feira.

Faltando ainda uma década para o torneio, aqui está tudo o que você precisa saber sobre a edição de 2034 do maior evento esportivo do planeta.

A conquista da Copa do Mundo FIFA de 2034 para a Arábia Saudita foi uma surpresa?

Não. Para o processo de candidatura à Copa do Mundo de 2034, a FIFA invocou o seu princípio de rotação continental, acolhendo, portanto, apenas candidaturas da Ásia ou da Oceania.

De forma controversa, o órgão deu aos potenciais licitantes apenas um mês de atraso no ano passado para apresentar candidaturas, e o país anfitrião rival, a Austrália, rapidamente abandonou o interesse, alegando falta de tempo para fazer uma inscrição para o torneio.

Isso deixou a Arábia Saudita como única candidata desde outubro de 2023, abrindo caminho para que a Copa do Mundo fosse atribuída ao país do Oriente Médio.

Por que a Arábia Saudita se candidatou à Copa do Mundo?

Garantir a realização do Campeonato do Mundo FIFA de 2034 era uma parte central da estratégia económica “Visão 2030” do reino, liderada pelo governante de facto, o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman.

A Visão 2030 tem três temas principais: uma sociedade vibrante, uma economia próspera e uma nação ambiciosa; a realização de uma Copa do Mundo na Arábia Saudita acelera enormemente a realização de todos os três.

Nos últimos anos, o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita permitiu ao país aumentar rapidamente a sua influência no setor desportivo global, resultando em vários eventos profissionais de grande escala já a decorrer no país: LIV Golf Tour, Fórmula 1, Saudi Pro League football , Esportes de Combate (Boxe e MMA), Tênis ATP e WTA, e o famoso evento de rally do automobilismo Dakar.

Uma representação digital do proposto Estádio King Salman, com 92.000 lugares, em Riade, Arábia Saudita, que está planejado para receber os jogos de abertura e encerramento da Copa do Mundo FIFA de 2034 (Populous via Getty Images)

A Arábia Saudita é o primeiro país a sediar uma Copa do Mundo FIFA na região?

A Arábia Saudita se tornará a segunda nação do Oriente Médio a sediar o torneio quadrienal em 2034, 12 anos depois que o vizinho Catar sediou a edição de 2022.

Quantas nações participarão e onde serão disputadas as partidas?

A Copa do Mundo FIFA 2034 na Arábia Saudita verá o primeiro torneio com 48 seleções em um único país anfitrião.

As partidas serão realizadas em 15 estádios em cinco cidades-sede: Riad, Jeddah, Khobar, Abha e Neom.

O que há de único no torneio de 2034?

A Arábia Saudita apresentou planos para construir um estádio de futebol situado a 350 metros (1.150 pés) acima do nível do solo, num projecto de construção altamente ambicioso, vasto e futurista chamado Neom.

A cidade ainda não construída no noroeste do país só será acessível através de elevadores de alta velocidade e veículos sem condutor.

Apresentação do projeto Neom.
Um modelo de ilustração artística do estádio NEOM em Neom, na Arábia Saudita, durante um tour de mídia na exposição da candidatura saudita para a Copa do Mundo de futebol da FIFA 2034 em Riad, 30 de outubro de 2024 (Fayez Nureldine/AFP)

Quando a Arábia Saudita sediará a Copa do Mundo?

A FIFA disse que a candidatura saudita não indicou datas específicas para a Copa do Mundo, mas que colaboraria com as partes interessadas para “determinar o momento ideal” para o torneio, dado o clima quente do país.

Devido ao clima desértico da Arábia Saudita, é muito provável que o Campeonato do Mundo de 2034 seja adiado para o Inverno no Hemisfério Norte – tal como a FIFA fez com a edição de 2022 no vizinho Qatar, que realizou o evento entre finais de Novembro e meados de Dezembro.

Como as críticas ao histórico de direitos humanos da Arábia Saudita impactarão o torneio?

A atribuição do Campeonato do Mundo à Arábia Saudita tornará a questão dos direitos humanos um importante tema de debate. Não se sabe se alguma nação do futebol boicotaria o torneio de 2034.

Grupos internacionais de direitos humanos destacaram execuções em massa na Arábia Saudita e alegações de tortura, bem como restrições às mulheres sob o sistema de tutela masculina do país conservador. A liberdade de expressão é severamente restringida, com algumas pessoas condenadas a longas penas de prisão por publicações críticas nas redes sociais.

A Arábia Saudita é frequentemente acusada de “lavagem desportiva” – usar o desporto para desviar a atenção do seu registo de direitos.

O país negou as acusações de violações dos direitos humanos e afirma que protege a sua segurança nacional através das suas leis.

No início de Dezembro, a Human Rights Watch criticou o tratamento dispensado aos trabalhadores migrantes em projectos de construção na Arábia Saudita.

O grupo de defesa dos direitos humanos com sede em Nova Iorque relatou condições de trabalho que considerou serem “trabalho forçado”, mesmo em megaprojectos de alto perfil no centro do ambicioso programa de reforma económica Visão 2030 da Arábia Saudita.

Apesar das reformas da legislação laboral introduzidas em 2021, os trabalhadores migrantes afirmaram que continuam a depender dos seus empregadores para mudar de emprego ou deixar o país, um sistema que o grupo de direitos humanos descreve como explorador.

Fãs de futebol da Arábia Saudita torcendo no jogo.
Os torcedores da Arábia Saudita finalmente terão a chance de torcer por seu time em casa após receberem a Copa do Mundo FIFA de 2034 em 11 de dezembro de 2024 (Ayman Aref/NurPhoto via Getty Images)



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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