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As negociações da ONU organizadas pela Arábia Saudita não conseguem produzir um acordo para enfrentar a seca global | Notícias sobre seca

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Um futuro regime global de seca está agora planeado para ser concluído na COP17 na Mongólia em 2026.

A reunião de 12 dias das partes da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), conhecida como COP16terminou na capital da Arábia Saudita, Riade, sem um acordo sobre a resposta à seca.

As negociações seguem uma série de negociações fracassadas sobre questões de mudança climática, incluindo negociações sobre biodiversidade na Colômbia e poluição por plásticos. conversações na Coreia do Sulbem como um acordo de financiamento climático que decepcionou os países em desenvolvimento em COP29 no Azerbaijão.

As conversações bienais tentaram criar mandatos globais fortes sobre as alterações climáticas, exigindo que as nações financiassem sistemas de alerta precoce e construíssem infra-estruturas resilientes nos países mais pobres, especialmente em África.

O secretário executivo da UNCCD, Ibrahim Thiaw, disse no sábado que “as partes precisam de mais tempo para chegar a um acordo sobre o melhor caminho a seguir”.

Um comunicado de imprensa afirmava que as partes – 196 países e a União Europeia – tinham “feito progressos significativos no estabelecimento das bases para um futuro regime de seca global, que pretendem concluir na COP17 na Mongólia em 2026”.

As secas “alimentadas pela destruição humana do ambiente” custam ao mundo mais de 300 mil milhões de dólares por ano, afirmou a ONU num relatório publicado em 3 de Dezembro, o segundo dia das conversações em Riade.

Prevê-se que as secas afectem 75% da população mundial até 2050, afirma o relatório.

Divisão entre Sul e Norte Global

Um delegado de um país de África na COP16, falando sob condição de anonimato, disse à agência de notícias AFP que os países africanos esperavam que as conversações produzissem um protocolo vinculativo sobre a seca.

Isso garantiria que “todos os governos seriam responsabilizados” pela elaboração de planos de preparação e resposta mais fortes, disse o delegado.

“É a primeira vez que vejo África tão unida, com uma forte frente unida, no que diz respeito ao protocolo da seca.”

Dois outros participantes anónimos da COP16 disseram à agência que os países desenvolvidos não queriam um protocolo vinculativo e, em vez disso, disputavam um “quadro”, que os países africanos consideravam inadequado.

Os grupos indígenas também pressionavam por um protocolo vinculativo, de acordo com Praveena Sridhar, diretora técnica da Save Soil, uma campanha global apoiada por agências da ONU.

Entretanto, a anfitriã Arábia Saudita, um dos maiores produtores de petróleo do mundo, foi criticada no passado por ter paralisado o progresso na redução das emissões de combustíveis fósseis noutras negociações.

Nas conversações de sábado, o ministro saudita do Ambiente, Abdulrahman al-Fadley, disse que o reino lançou várias iniciativas para enfrentar a desertificação, uma questão importante para o país.

A Arábia Saudita está empenhada “em trabalhar com todas as partes para preservar os ecossistemas, reforçar a cooperação internacional para combater a desertificação e a degradação dos solos e enfrentar a seca”, disse ele.

Antes das conversações de Riade, a UNCCD afirmou que 1,5 mil milhões de hectares (3,7 mil milhões de acres) de terra devem ser restaurados até ao final da década e que são necessários pelo menos 2,6 biliões de dólares em investimentos globais.



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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