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“As pessoas preferem procurar facções do que a polícia que demora demais”, diz pastor de Uber assassinado
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Thiago Pantoja, pastor de uma igreja evangélica localizada no bairro Santa Inês e líder espiritual do motorista de aplicativo Uber, Alberto Silva, morto a tiros no último sábado (3), afirmou que estão tentando plantar informações que afetam a honra do motorista para que a Segurança Pública se livre da responsabilidade de dar uma resposta a respeito da morte de um homem honesto.
Thiago, que foi uma das pessoas que encontrou o corpo, diz ainda que a polícia foi negligente em iniciar as buscas a respeito de Alberto.
“Nós, irmãos da igreja, o monitorávamos pelo aplicativo por preocupações e nesse dia quando vi ele estava várias horas parado no mesmo lugar. Comunicamos a polícia, pois sabíamos que havia algo errado. Foram negligentes, pois disseram que ainda não dava para considerá-lo como desaparecido. Em um estado violento como o nosso e com indícios de crime eles teriam que ter agido. Infelizmente esperaram demais e o encontraram morto”, diz.
Sobre tentar manchar a imagem do motorista, o pastor garante a integridade do rapaz que, segundo ele, se criou dentro de princípios cristãos.
“Eles estão tentando manchar a imagem do nosso irmão Alberto para dizer que ele estava envolvido com bandidagem para não terem responsabilidade sobre o caso. Isso não vai prevalecer. Alberto era um homem trabalhador, sério, membro da nossa igreja. Quando nós pedimos ajuda e ainda talvez desse tempo de salvar a vida dele. eles não nos ajudaram e quando o encontramos ele já estava morto. Quem o encontrou foi eu, a população chegou primeiro ao local onde estava o corpo do que a polícia”, diz.
O pastor pediu providências à Segurança Pública. “Precisamos da polícia na rua, que o coronel Ulysses pare de dar palestras no exterior e venha para as ruas. Hoje as pessoas quando são assaltadas procuram os líderes de facção e não a polícia e isso mostra descredibilidade”, diz.
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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre
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7 de maio de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.