POLÍTICA
As primeiras queixas sobre Sidônio no governo e um…
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10 meses atrásem
Gustavo Maia
Aposta de Lula para virar o jogo na disputa da comunicação, Sidônio Palmeira já começou a virar alvo de queixas dentro do governo, menos de uma semana depois de substituir Paulo Pimenta no comando da Secom.
Insatisfeitos alegam que o novo ministro acha que qualquer crise se resolve com propaganda — como a que ele encomendou como resposta à crise do Pix — e não entende a diferença entre a máquina pública e uma campanha eleitoral.
Palmeira atuou na campanhas de Lula, em 2022, e na de Fernando Haddad, em 2018. Antes, comandou as de Rui Costa e Jaques Wagner nas eleições dos dois para o governo da Bahia.
A orientação do marqueteiro baiano durante a reunião ministerial para que os colegas não falem “em off” com a imprensa também pegou mal. No jargão jornalístico, isso ocorre quando o interlocutor fala sob condição de anonimato. O objetivo do chefe da Secom é uniformizar a narrativa do governo.
Na Esplanada dos Ministérios, tem quem diga que o publicitário baiano está precisando tomar um “banho de Brasília”, para aprender algumas regras não escritas do poder na capital federal.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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7 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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