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As tarifas de Trump estão chegando, mas algumas empresas chinesas já podem saber como evitá-las | China
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2 anos atrásem
Amy Hawkins Senior China correspondent, and Helen Davidson in Taipei
As empresas estão a preparar-se para o impacto económico de uma segunda presidência de Trump, que, se suas promessas de campanha são para acreditarsignificará tarifas sobre quase todas as importações para os EUA, especialmente as provenientes da China.
Mas em meio à escuridão sobre o espectro de uma guerra comercial global renovadaalguns fabricantes podem estar atentos àqueles que já possuem um manual sobre como lidar com as agressivas taxas dos EUA, como as empresas solares da China.
A China praticamente possui o mercado solar global. Sua participação em todas as etapas da cadeia de fabricação de painéis solares ultrapassa 80%, de acordo com a Agência Internacional de Energia. No ano passado foi exportado um recorde de 227 gigawatts (GW) de painéis solares – mais do que toda a capacidade solar instalada dos Estados Unidos.
Mas praticamente nenhum desses painéis se destinava aos EUA. Menos de 1% dos 54 GW de painéis solares que os EUA importaram no ano passado vieram de China.
Mais de uma década de impostos dos EUA sobre células e painéis solares chineses – que deverão ser aumentados ainda mais por Trump – praticamente eliminaram o equipamento solar chinês dos EUA.
Isto estimulou algumas empresas chinesas a mudar e expandir rapidamente as suas cadeias de fornecimento no exterior, no que as agências governamentais dos EUA alegam ser uma tentativa de evitar as taxas dos EUA – uma alegada abordagem que pode servir de exemplo para outros fabricantes.
Porque embora menos de 1% das importações de energia solar dos EUA venham da China, mais de 80% delas vêm de quatro países do sudeste asiático: Camboja, Malásia, Tailândia e Vietname. No ano passado, o Departamento de Comércio dos EUA concluído que certas empresas chinesas de energia fotovoltaica (PV) estavam a redireccionar as suas cadeias de abastecimento através desses países, a fim de evitar as tarifas dos EUA.
As principais empresas de tecnologia fotovoltaica da China têm aberto fábricas no sudeste da Ásia pelo menos desde 2016. Nesse ano, o terceiro maior fabricante de energia solar do mundo, Longi, expandiu-se para a Malásia com a sua primeira base de produção no estrangeiro e o lançamento de uma subsidiária tailandesa. Também possui instalações no Vietnã e este ano iniciou a construção de outro projeto na Malásia e uma fábrica de joint venture nos EUA. “Espera-se que as capacidades de envio da empresa no mercado dos EUA sejam melhoradas”, afirmou no seu relatório anual de 2023.
Em 2022, Longo descobertas negadas pelo Departamento de Comércio dos EUA que uma subsidiária do Vietnã, Vina Solar, estava entre uma série de empresas chinesas contornar tarifas finalizando produtos no Sudeste Asiático e disse que estava obedecendo à lei dos EUA.
Mas os decisores em Washington vêem as expansões no Sudeste Asiático muito especificamente como “uma tentativa de contornar direitos antidumping e compensatórios”, disse Cory Combs, diretor associado da Trivium China, uma empresa de investigação.
Longi negou as conclusões do departamento de comércio em 2022 e, no seu relatório anual intercalar deste ano, disse que as “barreiras comerciais” impostas aos produtores fotovoltaicos “aumentaram a incerteza” para as empresas, parecendo sugerir que as expansões globais visavam diversificar as cadeias de abastecimento.
No mês passado, o departamento de comércio anunciou novas tarifas preliminares sobre diversos Fabricantes chineses de energia solar que exportavam do Camboja, Malásia, Tailândia e Vietnã. A decisão surge na sequência de uma queixa de empresas norte-americanas de painéis solares de que alegadas empresas chinesas estavam a utilizar as suas fábricas nesses quatro países para inundar o mercado norte-americano com painéis com preços inferiores ao seu custo de produção.
A Longi não estava entre os fabricantes de energia solar da lista e não está claro se a lista inclui uma de suas subsidiárias. Longi não respondeu aos repetidos pedidos de esclarecimento ou comentários.
Desde então, várias tarifas e direitos antidumping dos EUA foram cobrados sobre a indústria da região, tanto a nível de país como de empresa, ou em alguns casos, ambos, e os olhos estão voltados para os movimentos das indústrias chinesas.
Falando de modo geral, as tarifas “são um pouco como um golpe na toupeira”, disse Marius Mordal Bakke, analista sênior da Rystad Energiauma empresa de inteligência de negócios. Assim que os direitos de importação forem direccionados para um país, as empresas levantar-se-ão e mudar-se-ão para outro. Redirecionar as cadeias de abastecimento custa dinheiro, “mas desde que você consiga vender seu produto por três a quatro vezes mais no mercado dos EUA, provavelmente valerá a pena”.
Próxima parada: Oriente Médio
O jogo do golpe na toupeira parece agora estar a espalhar-se por outras partes do Sudeste Asiático, como o Laos e a Indonésia. Nos primeiros oito meses deste ano, as importações norte-americanas de produtos solares provenientes da Indonésia quase duplicaram, para 246 milhões de dólares, enquanto as remessas do Laos também têm aumentado.
A indústria também está se deslocando para o Oriente Médio, disse Combs.
“À medida que o Sudeste Asiático é cada vez mais atingido por estas tarifas, muitos investidores chineses estão a mudar-se para o (Conselho de Cooperação do Golfo, ou CCG), particularmente a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e Omã. Será que isto acontece suficientemente rápido para que o CCG se torne o próximo Sudeste Asiático e depois também seja atingido por anti-dumping e todas essas coisas? Já é aí que a conversa está em DC.”
As empresas chinesas estão bem conscientes da necessidade de tornar os seus negócios à prova de tarifas, e há sinais de que estão a ser feitos planos para antecipar as tarifas prometidas por Trump, sobre a China e outros países.
A Tongwei, a maior empresa solar da China, afirmou no seu relatório anual que muitas empresas fotovoltaicas chinesas “começaram a explorar novos caminhos para o crescimento, incluindo o estabelecimento de instalações de produção no estrangeiro”, citando os EUA, o Médio Oriente e o Vietname como exemplos, sem entrar em detalhes sobre a empresa. próprios planos.
O mercado solar dos EUA é relativamente pequeno. Em 2023, representava menos de 10% do mercado global de painéis solares, segundo análise de Lauri Myllyvirta, analista-chefe do Centro de Pesquisa em Energia e Ar Limpo. Dado que mais de 93% da capacidade de produção global de polissilício – a matéria-prima para fabricar painéis solares – está na China, será quase impossível para a indústria solar dos EUA libertar-se totalmente das empresas chinesas.
Na verdade, o maior risco para a indústria solar chinesa proveniente da entrada Administração Trump podem não ser tarifas, mas política. “A indústria solar na China posicionou-se para fornecer o equipamento solar necessário para uma rápida transição energética global”, disse Myllyvirta. “E é bastante claro que a administração Trump vai tentar abrandar essa transição”.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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