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Assassino de John Lennon revelou o plano à esposa 2 meses antes de cometer o crime
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8 anos atrásem
A esposa do assassino de John Lennon, Gloria Hiroko Chapman, revelou que seu marido, Mark Chapman, contou a ela que iria assassinar o Beatle dois meses antes de cometer o crime.
Glória, agora com 67 anos, contou que na primeira vez que seu marido tentou matar o músico não foi capaz de levar o plano adiante porque o amor que sentia por ele o impediu. Além disso, Mark insistiu que já tinha se desfeito da arma que pretendia usar para consumar o crime, revela o jornal britânico The Mirror.
No entanto, e apenas dois meses depois, Gloria ouviu a notícia da morte do lendário músico, que tinha sido assassinado perto da sua casa em Nova York. Imediatamente, Gloria soube que Mark era o responsável pelo crime.
“Eu sabia que tinha sido o Mark. Como eu sabia? Dois meses antes, Mark tinha viajado para Nova York. Depois da viagem, chegou em casa com medo, dizendo que, para fazer carreira, para ‘fazer seu nome’, planejava matar Lennon. Mas Mark disse que o seu amor o tinha salvado”, confessou Gloria.
Apesar do marido ter lhe confessado a intenção de cometer o crime, Gloria não se preocupou quando Mark planejou outra viagem a Nova York. Mark Chapman teria alegado que precisava de um tempo para si, para pensar na vida, de forma a crescer como adulto e como marido, contou Gloria.
“O Mark me disse que tinha jogado a arma no oceano e eu acreditei. Mas ele mentiu”, lamentou.
A esposa de Mark Chapman descreveu o dia do assassinato – em 8 de dezembro de 1980 – como uma das “noites mais negras” da sua vida.
“A minha vida mudou drasticamente naquela noite. Naquele momento, eu era a Sra. Mark David Chapman, a esposa de um assassino. E não era um assassino qualquer, mas de alguém cuja vítima era conhecida e amada por milhões de pessoas em todo o mundo”, contou Gloria, que agora vive em Kailua, no Havaí.
As declarações de Gloria surgem agora, 38 anos depois do crime e a poucos dias das autoridades norte-americanas voltarem a avaliar um pedido de liberdade condicional. A audiência deve ocorrer no próximo dia 20 de agosto. Este será o 10º pedido submetido pelo assassino desde o crime – até agora, a liberdade foi sempre negada.
“Não me importa quanto tempo Mark passe na prisão, vou esperar por ele”, disse.
Yoko Ono, viúva do ex-Beatle, tem se mostrado contra a libertação condicional de Mark Chapman. “Se ele fez isso uma vez, poderia fazer novamente com outra pessoa”, afirmou Ono há cerca de 4 anos, quando um dos pedidos de libertação de Mark decorria.
Mark David Chapman cumpre pena de prisão perpétua por ter assassinado o músico, com 5 disparos de um revólver calibre 38. John Lennon tinha 40 anos quando foi morto e acabava de voltar à música após uma pausa para cuidar do filho, nascido em 1975.
John Lennon foi um dos fundadores dos Beatles. Formada em Liverpool, a banda britânica é um dos grupos musicais mais bem-sucedidos e aclamados em todo o mundo. Ciberia // ZAP
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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