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Astrologia: Previsões para a semana de 19 a 25 de janeiro – 19/01/2025 – Astrologia
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Vanessa Tuleski
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A semana será marcada por desafios que testam nossa capacidade de adaptação. A conjunção entre Sol e Plutão aponta para crises e emergências, enquanto a tensão entre Vênus e Saturno amplifica a sensação de frustração.
No dia a dia, a oposição entre Mercúrio e Marte pode intensificar a correria e a irritação. Apesar disso, aspectos positivos sugerem possibilidades de superar os obstáculos com maior rapidez.
Com a entrada do Sol em aquário, a semana também abre um período favorável para mudanças e novas perspectivas.
SOL EM AQUÁRIO: RENOVAÇÃO E NOVAS PERSPECTIVAS
Com a entrada do Sol em aquário no domingo, inicia-se um período propício à renovação e ao novo. Após um mês de capricórnio marcado por responsabilidades e decisões, o momento agora é de reflexão sobre o que precisa mudar ou ser atualizado.
A Lua nova, no próximo dia 29, reforçará essa energia de transformação. A pergunta-chave para este mês é: o que já está estruturado na minha vida, mas necessita de renovação?
Seja no trabalho, nas atitudes ou na busca por conhecimento, é o momento ideal para ter coragem, promover mudanças e plantar sementes para o futuro.
SOL E PLUTÃO: CRISES E TRANSFORMAÇÕES
A semana traz a conjunção entre Sol e Plutão, que fica exata na terça-feira (21). Esse aspecto pode gerar crises coletivas, como aumento de violência, desastres ou atitudes autoritárias de líderes.
No plano individual, há maior intensidade emocional, impulsividade e chances de enfrentar situações desafiadoras, como notícias difíceis ou conflitos. Resiliência e autoconhecimento são essenciais para transformar esses desafios em oportunidades de mudança.
A fase minguante da Lua, iniciando no dia 21, favorece o recolhimento e a análise, ajudando a minimizar o impacto de crises. Até lá, a Lua cheia pode amplificar problemas e emoções, exigindo cuidado para evitar reações exageradas.
COMO ISSO AFETA SUA VIDA?
O Sol em destaque nesta semana pode ativar áreas específicas do seu mapa astral, trazendo reflexões e mudanças importantes.
Para descobrir como isso se manifesta, siga o passo a passo:
VÊNUS E SATURNO: FRUSTRAÇÕES E LIMITES
A conjunção entre Vênus e Saturno traz uma atmosfera de frustração e limitações. Esse aspecto pode exigir foco no trabalho em vez do lazer, economia em vez de gastos e a imposição de limites nas relações.
Também há maior sensibilidade em relação à autoestima e à imagem pessoal. Apesar de parecer desafiador, esse período favorece reflexões realistas e ajustes necessários em diversas áreas da vida.
MERCÚRIO E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Até quarta-feira (21), Mercúrio em capricórnio em sextil com Saturno favorece reflexões cuidadosas, enquanto seu sextil com Vênus ao longo da semana promove trocas apoiadoras e construtivas.
A dica é usar o diálogo como ferramenta para enfrentar desafios, evitando conclusões precipitadas ou conflitos desnecessários. Exercite sua inteligência emocional para construir conexões e resolver problemas de forma colaborativa.
CORRERIA E TENSÃO: MERCÚRIO EM OPOSIÇÃO A MARTE
A partir de quarta-feira (21), Mercúrio em capricórnio entra em oposição a Marte retrógrado em câncer, com ápice na quinta-feira (23). Esse aspecto pode trazer correria, irritação e até pequenos acidentes.
Discussões impulsivas podem surgir, especialmente no trabalho e na família. Antes de reagir, reflita: Será que vale a pena?
Se necessário, tire um momento para se acalmar e reorganizar.
MARTE E AGILIDADE NAS SOLUÇÕES
Nesta semana, Marte em sextil com Urano e trígono com Netuno favorece ações rápidas e decisões intuitivas. Essa agilidade será essencial para lidar com urgências e imprevistos de maneira eficiente.
VÊNUS E AUTOESTIMA EM ALTA
A partir de quinta-feira (23), Vênus em sextil com Urano e trígono com Marte reforça a autoestima e a capacidade de se reinventar. Seja uma mudança no visual ou um resgate emocional, esses aspectos ajudam a reduzir a autocrítica e a valorizar o que fazemos de bom.
Além disso, há oportunidades financeiras, especialmente para autônomos. Persuasão e iniciativa estão em alta, favorecendo acordos e negócios.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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