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Ataque aéreo israelense mata mais de 20 pessoas no norte do Líbano à medida que cresce a disputa pela manutenção da paz na ONU | Líbano

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Bethan McKernan in Jerusalem

Mais de 20 pessoas foram mortas num ataque aéreo israelense contra uma cidade cristã no norte do Líbano, levando Hezbolá para disparar foguetes contra Tel Aviv, à medida que a guerra multifront de Israel continua a aumentar.

Foram também 24 horas particularmente sangrentas na Faixa de Gaza. Quatro pessoas morreram num bombardeamento israelita contra o pátio de um hospital no centro de Gaza, outro ataque a uma escola próxima usada como abrigo matou pelo menos 20 pessoas e um ataque de drone matou cinco crianças que brincavam nas ruas do campo de al-Shati, em Gaza. Cidade, de acordo com as autoridades de saúde locais.

Grupos de defesa dos direitos humanos dizem que Israel está a tentar expulsar à força a população remanescente do norte Gaza numa campanha feroz e renovada no território palestiniano sitiado. Os militares israelenses disseram que estavam analisando os relatos de vítimas civis nos três incidentes ocorridos no domingo e na segunda-feira.

O bombardeio em Líbano Na tarde de segunda-feira, o ataque que atingiu Aitou, uma aldeia maronita perto da cidade de Trípoli, no norte, atingiu um pequeno prédio de apartamentos, matando 21 pessoas, segundo a Cruz Vermelha Libanesa.

Imagens da cena transmitidas por canais de TV libaneses mostraram um prédio fortemente danificado, carros destruídos e pessoas mortas e feridas caídas na rua enquanto escavavam nos escombros.

Aitou está longe dos centros de poder do Hezbollah em Beirute e no sul e leste do país. O prefeito da vila, Joseph Trad, disse à Reuters que o prédio foi alugado para famílias deslocadas pela guerra.

O ataque foi um dos vários ocorridos nas últimas duas semanas contra áreas consideradas “seguras”, incluindo o bombardeamento de um centro de deslocados na cidade de Wardaniyeh, no sul, na semana passada. Israel é também enfrentando críticas internacionais por pelo menos três violações que feriram cinco membros da missão de paz da ONU no Líbano.

Na segunda-feira, Itália, Reino Unido, França e Alemanha divulgaram uma declaração conjunta condenando Israel por atacar repetidamente as forças de manutenção da paz da ONU. “Estes ataques devem parar imediatamente”, afirmaram, acrescentando que os ataques deliberados são contra o direito internacional.

O conselho de segurança da ONU expressou forte preocupação com os ataques. Numa declaração adoptada por consenso, o conselho de 15 membros instou todas as partes – sem nomeá-las – a respeitarem a segurança do pessoal e das instalações da missão de manutenção da paz da ONU, conhecida como Unifil. “As forças de manutenção da paz da ONU e as instalações da ONU nunca devem ser alvo de um ataque”, afirmou o conselho, reiterando o seu apoio à Unifil e a importância da operação para a estabilidade regional.

O conselho de segurança também apelou à plena implementação da sua resolução 1701, que foi adoptada em 2006 com o objectivo de manter a paz na fronteira entre o Líbano e Israel.

Benjamin Netanyahu disse na noite de segunda-feira que as acusações que as tropas israelenses prejudicaram deliberadamente as forças de manutenção da paz eram “completamente falsas”, ao repetir um apelo para que se retirassem das zonas de combate perto da fronteira.

Ele disse que o Hezbollah usou posições da Unifil como cobertura para ataques que mataram israelenses, inclusive no domingo, quando um ataque de drone a uma base militar matou quatro soldados.

“Israel tem todo o direito de se defender contra o Hezbollah e continuará a fazê-lo”, disse Netanyahu, acrescentando que lamentava qualquer dano ao pessoal da Unifil, mas a melhor maneira de garantir a sua segurança era “atender ao pedido de Israel e sair temporariamente da situação”. caminho do dano”.

O chefe de manutenção da paz da ONU, Jean-Pierre Lacroix, disse mais tarde que as forças de manutenção da paz permaneceriam em todas as posições no Líbano.

“Foi decidido que a Unifil permaneceria atualmente em todas as suas posições, apesar dos apelos feitos pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) para desocupar as posições que estão nas proximidades da linha azul”, disse ele.

Cinco soldados da paz foram feridos em ataques que atingiram as suas posições desde que Israel iniciou uma campanha terrestre contra o grupo militante Hezbollah, sendo a maior parte atribuída às forças israelitas. O chefe da política externa da UE, Josep Borrell, disse: “O trabalho deles é muito importante. É completamente inaceitável atacar Nações Unidas tropas.”

Não houve comentários imediatos das FDI ou do Hezbollah sobre o ataque a Aitou ou sobre o seu alvo. As FDI disseram que tinham como alvo o chefe da poderosa unidade antitanque da milícia libanesa, Muhammad Kamel Naim, em um ataque na segunda-feira na cidade de Nabatieh, no sul do país.

Na noite de segunda-feira, o Hezbollah pareceu responder ao ataque de Aitou disparando uma salva de pelo menos três foguetes contra o centro comercial e diplomático de Israel, Tel Aviv. Sirenes de ataque aéreo foram acionadas em vastas áreas do centro e norte de Israel, mas o ataque foi interceptado pelos sistemas de defesa aérea de Israel.

CCTV captura momento em que foguete atinge cidade do norte de Israel durante ataque do Hezbollah – vídeo

No domingo, o Hezbollah infligiu o ataque mais mortal até agora em Israel durante a guerra de duas semanas, um ataque de drone a uma base militar perto de Binyamina matou quatro soldados e feriu gravemente outros sete. O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, prometeu “uma resposta enérgica” ao ataque durante um telefonema com o seu homólogo norte-americano, Lloyd Austin, na segunda-feira.

Em Gaza, quatro pessoas foram mortas num ataque israelita no pátio do hospital al-Aqsa, em Deir al-Balah, no centro do território, na manhã de segunda-feira. O bombardeio provocou um grande incêndio, deixando 25 pessoas com queimaduras graves.

Mapa dos ataques em Gaza

O hospital já estava lutando para lidar com o tratamento dos feridos de um ataque ocorrido no domingo à noite em uma escola transformada em abrigo no campo de refugiados vizinho de Nuseirat, que matou pelo menos 20 pessoas. Cinco crianças no campo de al-Shati, na cidade de Gaza, também foram mortas no domingo num ataque de drone, informou a agência de defesa civil de Gaza.

Mais tarde na segunda-feira, as FDI disseram que um soldado foi morto em combate no sul de Gaza.

Os novos ataques aéreos ocorrem no meio da última campanha de Israel em Jabaliya, um distrito da Cidade de Gaza, agora na sua segunda semana. Estima-se que 400 mil pessoas estejam presas nos combates e Israel não permitiu a entrada de qualquer alimento no Norte desde o início do mês, o que levou o Programa Alimentar Mundial da ONU a soar mais uma vez o alarme de fome iminente.

Todo o norte de Gaza está agora sob ordens de evacuação israelitas. Entre os que permaneceram no norte estão pessoas com deficiência ou idosos e suas famílias, que afirmam que é muito perigoso e difícil de se deslocar.

Israel não permitiu que ninguém de cima do que hoje é conhecido como o corredor Netzarim que corta a faixa voltasse para casa; aqueles que permanecem no norte temem que, se partirem, enfrentarão o mesmo destino.

Uma visão da destruição após um ataque israelense ao pátio do hospital dos Mártires de al-Aqsa, em Deir al-Balah. Fotografia: APAImages/Rex/Shutterstock

Na segunda-feira, os grupos de direitos humanos israelo-palestinos B’Tselem, Gisha, Yesh Din e Médicos pelos Direitos Humanos apelaram à comunidade internacional para impedir Israel de levar a cabo o “plano dos generais”descrita como uma estratégia de “morrer de fome ou render-se” que pode constituir crimes de guerra.

Num comunicado, os grupos de direitos humanos afirmaram haver “sinais alarmantes” de que Israel estava a começar a implementar o plano em Jabaliya e alertaram que os estados “têm a obrigação de prevenir os crimes de fome e transferência forçada”.

A IDF afirma que não recebeu tais ordens. No entanto, citando “altos funcionários da defesa”, o diário israelita Haaretz informou no domingo que o governo israelense desistiu do cessar-fogo paralisado e das negociações para a libertação de reféns durante a guerra que durou um ano, e a liderança política estava, em vez disso, “pressionando pela anexação gradual de grandes partes de Gaza”.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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