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Ataque israelense em cidade no extremo norte do Líbano mata 14 pessoas: Prefeito | Israel ataca o Líbano Notícias
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Pelo menos 14 pessoas foram mortas e outras 15 ficaram feridas após um ataque aéreo israelense na cidade de Ain Yaaqoub, no extremo norte do Líbano.
O míssil israelense que atingiu um prédio na segunda-feira onde residiam 30 pessoas, incluindo refugiados sírios, marcou o ponto mais ao norte do Líbano atacado até agora pelas forças israelenses desde o início dos combates em outubro de 2023.
O Ministério da Saúde Pública do Líbano (MoPH) disse inicialmente que oito pessoas morreram e 14 ficaram feridas, número que o prefeito de Ain Yaaqoub, Majed Drbes, revisou posteriormente para 14 e 15, respectivamente.
“Os deslocados viviam na casa de dois andares”, disse Rony al-Hage, uma autoridade local, à agência de notícias AFP.
“As operações de resgate e remoção de escombros ainda estão em andamento”, disse al-Hage.
Na manhã de segunda-feira, um ataque israelense a Saksakiyeh, no distrito de Sidon, no sul do Líbano, matou pelo menos sete pessoas e feriu outras sete, de acordo com o Ministério da Saúde, que também informou que um total de 54 pessoas foram mortas em ataques israelenses e 56 ficaram feridas em todo o país. no domingo.
Até à data, 3.243 pessoas foram mortas em ataques israelitas ao Líbano e 14.134 ficaram feridas desde Outubro de 2023.
Charles Stratford, da Al Jazeera, reportando da capital libanesa, Beirute, disse que refugiados sírios e pessoas deslocadas de outras partes do Líbano fugiram para Ain Yaaqoub, a cerca de 10 km (6,2 milhas) da fronteira síria.
“Há tantos refugiados sírios naquela área que estão abrigados lá há anos”, disse Stratford.
“Também entendemos que é uma área que abriga o povo libanês que foi forçado a fugir de suas casas do sul do Líbano, dos subúrbios ao sul de Beirute e de áreas no Vale do Bekaa, no leste do país, em meio à campanha de bombardeio em curso de Israel”, disse ele. disse.
“O que é interessante é que esta área não é um reduto do Hezbollah e é o segundo dia consecutivo que vemos um ataque nessa área”, acrescentou.
Comentando o ataque de Ain Yaaqoub, os militares de Israel disseram que as suas forças tinham como alvo uma “estrutura militar com um terrorista no seu interior” e tomaram medidas para minimizar os danos civis, alegando que os relatos de numerosas vítimas eram exagerados.
Os militares israelenses também relataram na segunda-feira que o Hezbollah disparou cerca de 165 foguetes contra o norte de Israel.
De acordo com o serviço de resgate Magen David Adom de Israel, um total de seis pessoas ficaram feridas como resultado dos ataques, incluindo uma criança de um ano, no norte de Israel.
O Yedioth Ahronoth, o principal jornal de Israel, informou na segunda-feira que Israel e o Líbano trocaram rascunhos de um cessar-fogo proposto através do enviado dos Estados Unidos Amos Hochstein, o que sinalizou progresso nos esforços para chegar a um acordo.
Um responsável do Hezbollah também reconheceu que os esforços diplomáticos para chegar a um cessar-fogo se intensificaram, mas disse que nem o grupo libanês nem o governo receberam qualquer nova proposta.
“Há um grande movimento entre Washington e Moscovo e Teerão e uma série de capitais”, disse Mohammad Afif, chefe do gabinete de comunicação social do Hezbollah, numa conferência de imprensa televisiva na segunda-feira.
“Acredito que ainda estamos na fase de testar o terreno e apresentar ideias iniciais e discussões proativas, mas até agora não há nada real ainda.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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