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Ataques russos matam um na Ucrânia e danificam infraestrutura energética | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia
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Um morto na cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, quando mísseis russos causaram danos significativos à infraestrutura energética.
Mísseis russos mataram pelo menos uma pessoa, feriram três no sul da Ucrânia e danificaram infraestrutura energética entre Ucrânia.
O governador de Kherson anunciou as vítimas na manhã de quarta-feira.
As autoridades locais e a Força Aérea também relataram sobrevoos de mísseis nas regiões leste, centro, sul e oeste.
No nordeste da Ucrânia, pelo menos seis pessoas ficaram feridas num ataque com mísseis contra Kharkiv, disse o governador Oleh Syniehubov.
A Força Aérea Ucraniana disse que os mísseis disparados contra Kharkiv eram balísticos.
Entretanto, em Dnipropetrovsk, o governador Serhiy Lysak disse que a Rússia pretendia construir uma rede eléctrica.
O Ministro da Energia da Ucrânia, German Galushchenko, disse no Facebook que a Rússia “está a atacar massivamente o sector energético” e que o operador da rede de transmissão restringiu o fornecimento de electricidade para minimizar o efeito.
A maior empresa privada de energia do país, DTEK, disse que as suas instalações geradoras foram atacadas durante a greve, causando graves danos aos equipamentos eléctricos.
“Este ano, é o 13º ataque massivo ao setor energético ucraniano e o 10º ataque massivo às instalações energéticas da empresa”, disse a DTEK no Telegram.
O CEO da DTEK, Maxim Timchenko, disse no X que os aliados da Ucrânia devem fornecer defesas aéreas mais avançadas para proteger a infraestrutura energética essencial.
Ataques contínuos à infraestrutura energética
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse no X que houve cortes de energia em várias regiões como resultado dos ataques da Rússia.
A Rússia intensificou os seus ataques ao sector energético ucraniano durante meses, danificando quase metade da sua capacidade de produção.
Todo ataque russo massivo requer tempo de preparação. Nunca é uma decisão espontânea. É uma escolha deliberada – não apenas de metas, mas também de calendário e data.
Hoje, Putin escolheu deliberadamente o Natal para um ataque. O que poderia ser mais desumano? Mais de 70 mísseis,… pic.twitter.com/GMD8rTomoX
– Volodymyr Zelenskyy / Volodymyr Zelensky (@ZelenskyyUa) 25 de dezembro de 2024
O presidente russo, Vladimir Putin, prometeu infligir “destruição” à Ucrânia no início desta semana, após Drones ucranianos atingiram edifícios residenciais na cidade russa de Kazan.
A Ucrânia tem apelado regularmente aos seus aliados para sistemas de defesa aérea mais robustos para impedir os ataques russos ao sistema de energia do país devastado pela guerra.
No mês passado, Washington autorizou a Ucrânia a usar produtos fabricados nos EUA mísseis de longo alcance contra alvos militares dentro da Rússia, provocando uma retórica inflamada e votos de retaliação por parte de Moscovo.
Em Novembro, a Rússia lançou quase 200 mísseis e drones visando a rede energética da Ucrânia, com o Presidente Zelenskyy a alegar que foram disparadas “munições cluster” no que ele chamou de “escalada desprezível” quase três anos após o início da guerra.
Ambos os lados estão lutando para ganhar vantagem antes de Donald Trump ser empossado como presidente dos Estados Unidos em janeiro.
O presidente eleito republicano prometeu pôr fim rapidamente ao conflito, sem propor quaisquer termos concretos para um cessar-fogo ou acordo de paz.
O exército de Moscovo afirma ter tomado mais de 190 colonatos ucranianos este ano, com Kiev a lutar para manter a linha face à escassez de mão-de-obra e munições.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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