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Ativista britânico Jagtar Singh Johal absolvido no julgamento terrorista da Índia | Índia

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Ativista britânico Jagtar Singh Johal absolvido no julgamento terrorista da Índia | Índia

Patrick Wintour Diplomatic editor

Jagtar Singh Johal, o ativista dos direitos humanos britânicos que foram retirados do terrorismo, foram absolvidos por todas as acusações em um caso em Punjab, depois que um tribunal rejeitou as alegações contra ele feitas pelas autoridades indianas.

Johal é detido por sete anos aguardando julgamento, mas deve permanecer na prisão, pois está enfrentando oito casos essencialmente duplicados trazidos pela Agência Nacional de Investigação da Índia (NIA) com base na mesma suposta confissão.

É provável que a decisão leve a renovada pressão sobre o Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido para garantir sua libertação com base em que um tribunal, após investigação exaustiva, não conseguiu compilar nenhuma evidência credível contra ele.

Os advogados de Johal alegam que ele foi forçado a assinar seu nome em um pedaço de papel em branco depois que a polícia o torturou com eletricidade e levou a gasolina para a cela e ameaçou queimá -lo vivo. Ele enfrenta a ameaça da pena de morte nos oito casos duplicados contra ele.

A alegação central em todos os nove casos é que Johal transferiu dinheiro para os supostos co-conspiradores e que isso foi usado para financiar uma série de ataques em Punjab em 2016-17. As autoridades indianas não alegam que Johal esteve diretamente envolvido em nenhum desses ataques.

A Revience, a organização que o representou durante o caso, disse que “os promotores não forneceram evidências credíveis para apoiá -la, ao longo de sete anos e quase 150 audiências judiciais. Os promotores da NIA também tiveram sete anos para construir um caso e não produziram evidências físicas, nenhuma trilha por e -mail, sem filmagens de CCTV, nenhum registro de transferência bancária, notas ou gravações de telefonemas. ”

O irmão de Johal, Gurpreet Singh Johal, disse: “Sempre dissemos que as alegações contra Jagtar são infundadas e agora o tribunal em Punjab concordou, todo o caso contra ele foi exposto como uma fabricação. Isso demolia os oito casos de Nia – não resta mais nada. … Certamente, o governo do Reino Unido reconhece que essa injustiça não pode continuar? ”

O deputado de Johal, Douglas McAllister, disse: “O governo deve agir agora para garantir a libertação de Jagtar. Esta é uma oportunidade única de garantir uma resolução com as autoridades indianas e trazer esse jovem britânico de volta à sua família em Dumbarton. Sem uma ação diplomática decisiva, ele enfrenta ser preso por décadas enquanto os julgamentos restantes se arrastam, apesar da completa falta de evidências credíveis contra ele. ”

Dan Dolan, diretor executivo da Revieve, disse: “Para Jagtar permanecer preso e enfrentar uma sentença de morte depois que essa absolvição seria uma zombaria da justiça. Os oito casos essencialmente duplicados contra ele violam flagrantemente o princípio do ‘duplo risco’, que protege as pessoas de serem julgadas duas vezes pelo mesmo crime e são consagradas na lei internacional e indiana. Os casos restantes contra ele devem ser descartados e Jagtar libertou -se. ”



Leia Mais: The Guardian

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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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