ACRE
Ativistas resgatam jovem urso preso 2 anos em gaiola; vídeo
PUBLICADO
1 ano atrásem
A alegria desse jovem urso, depois de ser resgatado de uma gaiola pequena, onde ficou preso por 2 anos, é de cortar o coração. Com mais de 100 quilos, Noah estava em um cubículo de 27 metros quadrados. Ele foi resgatado por ativista de uma ONG que salva animais em situação de perigo.
O animal era criado em cativeiro para fins de recreação, em Yerevan, na Armênia. Ele estava com as patas doloridas, dentes quebrados e vivia no meio do lixo.
O urso pardo sírio foi resgatado tão estressado que dormiu por sete dias seguidos numa cama especialmente preparada para ele, cercada de vegetação, para melhorar a saúde mental do animal. Um vídeo do resgate está correndo o mundo pelas redes. Assista abaixo.
Dentes quebrados
Noah foi libertado em 5 de março por funcionários do International Animal Rescue e da Foundation for the Preservation of Wildlife and Cultural Assets, acompanhados pela polícia e serviços de emergência locais que ajudaram a abrir a porta da gaiola.
O urso foi levado para um dos centros de resgate para exames de saúde.
Os veterinários odontológicos verificaram que ele estava com dentes quebrados e muitos mal cuidados.
Leia mais notícia boa
- Gatinho desaparecido há 7 anos é resgatado por ONG e volta para a família; inacreditável
- Navio chinês resgata tripulação brasileira que ficou vários dias à deriva no mar
- Bombeiros resgatam cachorrinho de incêndio; preso à coleira na casa em chamas
Mais segurança e alegria
Alan Knight, presidente do Animal Rescue, disse que Noah passou por “sofrimento inimaginável”.
“Noah requer serviços veterinários especializados e monitoramento para iniciar seu processo de recuperação”.
A estimativa é que pelo menos 80 ursos sofram em cativeiros colocados em restaurantes, hotéis e zoológicos de beira de estrada na Armênia, de acordo com o Great Bear Rescue do IAR.
Que ele agora possa viver em paz.
Noah, depois de ser resgatado, ficou sete dias seguidos dormindo numa cama especial feita por ele. Foto: International Animal Rescue
O urso preso na gaiola apresenta vários problemas de saúde: feridas nas patas, abalo psicológico e dentes quebrados. – Foto: International Animal Rescue
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
17 horas atrásem
10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
Notícias
publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
Relacionado
ACRE
Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login