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Atletismo e campo a ser o primeiro evento olímpico a exigir testes de DNA para provar sexo | Notícias de atletismo

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Atletismo e campo a ser o primeiro evento olímpico a exigir testes de DNA para provar sexo | Notícias de atletismo

O chefe de atletismo mundial diz que as regras defenderão a integridade do esporte feminino em meio a debate sobre a inclusão de atletas trans.

O atletismo deve se tornar o primeiro esporte olímpico a exigir que os participantes dos eventos femininos se submetam a testes de DNA para provar seu sexo biológico após uma decisão do atletismo mundial.

Sebastian Coe, presidente do World Athletics, disse na quarta -feira que o órgão governamental de atletismo concordou em apresentar os testes para manter o “foco absoluto na integridade da competição”.

“É importante fazê-lo porque mantém tudo o que estamos falando, e particularmente recentemente, não apenas falando sobre a integridade do esporte feminino, mas na verdade garantindo”, disse Coe a repórteres na terça-feira após uma reunião de dois dias do Conselho do Organismo em Nanjing, China.

“E isso, sentimos que é uma maneira realmente importante de proporcionar confiança e manter esse foco absoluto na integridade da competição”.

Coe, um ex-corredor olímpico de Midal-Distância Média, disse que o corpo tomou a decisão após uma “revisão exaustiva” e consultas com mais de 70 grupos esportivos e de defesa.

“Organizadoramente, a vista voltou de que esse é absolutamente o caminho a percorrer”, disse Coe.

Coe, que no início deste mês montou uma tentativa malsucedida de liderar o Comitê Olímpico Internacional, disse que os concorrentes estariam sujeitos a swabs não invasivos da bochecha e testes secos de manchas no sangue e só seriam verificados uma vez em sua carreira.

“Vamos proteger obstinadamente a categoria feminina e faremos o que for necessário para fazê -lo, e não estamos apenas falando sobre isso”, disse ele.

A decisão é a última vez no debate acalorado sobre a participação de mulheres trans e atletas não conformes de gênero no esporte feminino.

O World Athletics, em 2023, anunciou a proibição de mulheres trans que passaram pela puberdade masculina, aguardando uma revisão dos requisitos de elegibilidade para os participantes da competição feminina.

A medida derrubou as regras anteriores que permitiram que as mulheres trans competissem se mantivessem um nível de testosterona no sangue não superior a 5 nmol/L pelos 12 meses anteriores.

Embora sejam amplamente destinados a atletas que mudaram seu gênero, os requisitos de teste do atletismo mundial também afetariam o pequeno número de concorrentes que nasceram com cromossomos sexuais atípicos.

A decisão do World Athletics também ocorre logo após movimentos semelhantes por vários grandes órgãos esportivos, incluindo a Aquática Mundial e a Associação Athlética Nacional Collegial, o principal órgão governamental para o esporte da faculdade nos Estados Unidos.

O Comitê Olímpico Internacional, que supervisionará a corrida dos jogos de 2028 em Los Angeles, permitiu que os atletas transgêneros competissem desde 2004, mas, finalmente, adia às regras de elegibilidade estabelecidas por órgãos esportivos individuais.

Além do mundo do esporte, a questão tornou -se uma haste de raios nas guerras culturais mais amplas que ocorrem nos EUA e em outros países ocidentais.

No mês passado, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva para negar o financiamento do governo federal a institutos educacionais que permitem que meninas e mulheres trans participem do esporte feminino e usem vestiários femininos.

Em uma pesquisa do New York Times/Ipsos publicada em janeiro, 79 % dos americanos disseram que as mulheres trans não devem participar de esportes femininos, contra 62 % em 2021.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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