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Atriz se transforma para capturar pedófilos que agem na internet; vira adolescente
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10 meses atrásem
A atriz Ariel Winter, conhecida pelo papel em “Modern Family”, agora trabalha fazendo armadilhas para capturar pedófilos online. Ao lado de uma organização, ela se disfarça de menor de idade para ajudar a polícia. Nas redes, ela é uma criança de 12 anos.
Durante anos, Ariel era vista na TV como a inteligente e doce Alex Dunphy. Hoje, aos 27 anos, ela usa a visibilidade que tem para combater o abuso sexual infantil na internet. Tudo começou quando ela viu um documentário sobre operações para deter abusadores.
Agora, Ariel trabalha diretamente com a SOSA (Safe From Online Sex Abuse) e explicou porque aceitou o desafio: “A série me impactou profundamente porque eu era aquela criança que tantas vezes foi vítima de perseguição online. Eu pensava: ‘Meu Deus, eu adoraria poder ajudar a fazer parte disso. Não quero dizer que exista uma solução, mas eu adoraria ajudar a tirar algumas dessas pessoas da rua”, contou em entrevista à People.
De estrela a justiceira
De forma inesperada, ela e o namorado, o ator Luke Benward, assistiam à série Undercover Underage.
O impacto foi imediato e Ariel conta que se reconheceu nas vítimas.
Logo, ela entrou em contato com a organização e virou voluntária. Hoje, participa diretamente das ações, que incluem a criação de perfis falsos, disfarces e até a construção de ambientes para enganar os pedófilos.
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Proteção dos pequenos
O trabalho, segundo ela, não é simples.
Ariel se apresenta como uma garota de 12 anos e conversa com homens que acreditam estar aliciando uma criança.
“Eu não percebi que isso traria à tona alguns traumas do passado, mas quando você está disfarçada de uma criança de 12 anos e alguém está lhe dizendo o que vai fazer com seu corpo de criança de 12 anos… é difícil”, explicou.
Conscientizar os pais
Mais do que caçar criminosos, a SOSA e Ariel têm uma missão maior: informar os pais e responsáveis sobre os perigos que rondam as crianças na internet.
Segundo a atriz, muitos adultos acham que os pequenos estão protegidos. Mas, na realidade, não é bem assim.
Os predadores se escondem em jogos online, salas de bate-papo e aplicativos.
“Você ficaria impressionado com a quantidade de pessoas que encontra [que são predadores da internet]. Pode ser qualquer pessoa. A pessoa sentada ao seu lado ou dormindo ao seu lado. Elas não se parecem com os ‘monstros’ que você imagina.”
Não parecem, mas são. Belo trabalho Ariel!
Veja a atriz se preparando para virar adolescente e capturar pedófilos nas redes:
Na internet, ela se disfarça de uma criança de 12 anos. – Foto: Ariel Winter
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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