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Aumento de conversas sobre assassinatos em filmes levanta preocupações de saúde, dizem pesquisadores | Psicologia

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Nicola Davis Science correspondent

Os rumores sobre homicídio estão aumentando nos filmes, descobriram os pesquisadores, em uma tendência que, segundo eles, pode representar um problema de saúde para adultos e crianças.

Um estudo descobriu que nos últimos 50 anos houve um aumento pequeno, mas significativo, de personagens de filmes falando sobre assassinato ou assassinato.

“O surpreendente é que o aumento ocorre não apenas para gêneros criminais, o que seria de esperar por serem violentos, mas também para gêneros não criminais”, disse Brad Bushman, professor de comunicação na Universidade Estadual de Ohio, coautor o estudo.

A equipa sugeriu que o aumento pode indicar um aumento do comportamento violento no cinema e apelou à promoção do “consumo consciente e da literacia mediática” para proteger os grupos vulneráveis, especialmente as crianças.

Bushman disse: “Os adultos podem fazer as suas próprias escolhas, mas estou especialmente preocupado com o facto de as crianças serem expostas à violência nos meios de comunicação”.

A questão de saber se a violência na tela tem impacto sobre os telespectadores tem sido um tema de muito debate. Alguns estudos apoiam a ideia de que os jovens podem tornar-se mais agressivo depois de assistir mídia violentacomo TV e videogames, sendo as crianças expostas a esses meios mais anti-social e emocionalmente angustiado.

No entanto, uma análise publicada em 2020 sugeriu qualquer relação positiva entre comportamento violento e videogames violentos é minúsculoenquanto os cientistas também sugeriram que se os filmes violentos contribuem para a agressão na vida real depende se o espectador já está predisposto à violência.

Escrevendo na revista Jama PediatricsBushman e seus colegas relataram como analisaram diálogos de 166.534 filmes em inglês produzidos de 1970 a 2020 usando dados mantidos pelo site OpenSubtitles.org.

Os resultados revelaram que quase 7% dos filmes analisados ​​tinham diálogos que incluíam verbos com “matar” ou “assassinar” como raiz. A equipe excluiu casos em que esses verbos foram usados ​​em forma de pergunta, negação ou passiva, e não incluiu outros verbos relacionados à violência, como “atirar” ou “esfaquear”.

“É uma estimativa muito conservadora dos verbos assassinos durante o último meio século”, disse Bushman.

A equipe então calculou a porcentagem de verbos nos diálogos de cada filme que continham as raízes “matar” e “assassinar” e fez a média de cada ano.

A equipe descobriu que, embora a porcentagem desses verbos assassinos nos filmes tenha flutuado ao longo do tempo, seu uso geralmente aumentou ao longo das décadas – uma tendência que se manteve tanto para personagens masculinos quanto femininos. Embora em todos os gêneros e personagens 0,21% dos verbos no diálogo usassem “matar” ou “assassinar” como raiz no início dos anos 1970, esse número aumentou para 0,37% em 2020.

Quando o tipo de filme foi considerado, os pesquisadores descobriram que o uso de verbos assassinos aumentou ao longo do tempo, tanto em filmes policiais quanto não policiais. No entanto, enquanto os personagens masculinos apresentaram um aumento no uso de verbos assassinos em ambas as categorias, para as mulheres isso ocorreu apenas em filmes não policiais.

A equipe disse que seus resultados eram consistentes com trabalhos anteriores, que descobriram que os atos de violência armada nos principais filmes mais que dobraram desde 1950.

Bushman disse que a tendência destacada no estudo é preocupante, acrescentando que a exposição a meios de comunicação violentos pode ter um efeito cumulativo e moldar a visão que as pessoas têm do mundo.

“Sabemos que há muitos efeitos nocivos da exposição a meios de comunicação violentos. Aumenta o comportamento agressivo, mas também torna as pessoas insensíveis, insensíveis à dor e ao sofrimento dos outros”, disse ele.

No entanto, Peter Etchells, professor de psicologia e comunicação científica na Bath Spa University, no Reino Unido, pediu cautela.

“É um enorme salto lógico passar da contagem do número de palavras ‘assassinas’ num filme, especialmente quando essa contagem está livre de qualquer contexto sobre a razão pela qual a palavra está a ser usada, para uma conversa vaga sobre preocupações de saúde”, disse ele. “Isso não é algo com que eu realmente me preocuparia.”



Leia Mais: The Guardian

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac-reitor-e-vice.jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.

Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.

A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.

A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.

Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”

Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.

 



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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.

A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.

O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.

O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.

O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.

“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas — Universidade Federal do Acre

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A Brinquedoteca da Ufac, inaugurada em 11 de fevereiro de 2016, localizada no Bloco Multidisciplinar, campus-sede, funciona como um Laboratório Pedagógico de Ensino, Pesquisa e Extensão para os cursos de licenciatura da instituição, tendo o jogo e as brincadeiras como elementos centrais do desenvolvimento infantil.

Atendendo crianças de 3 a 10 anos, o espaço contempla as comunidades interna e externa. O horário de funcionamento regular é de segunda a sexta-feira, no turno vespertino, das 13h30 às 17h30. No período matutino, o funcionamento depende da programação, que é divulgada previamente.

Entre as atividades desenvolvidas, estão: desenho e pintura (com tinta, lápis de cor e giz de cera); jogos teatrais e de tabuleiro; dança e confecção de brinquedos; contação de histórias e sessões de cinema com pipoca. Durante os eventos, o uso de smartphones é proibido.

Desde 2025, o espaço conta com o projeto de extensão Brincarte, coordenado pela professora Giane Lucélia Grotti, visando desenvolver, no Laboratório da Brinquedoteca, um ambiente de interação e socialização, estimulando habilidades sociais e culturais por meio de atividades lúdicas, e contribuir para o desenvolvimento integral da criança.

O campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, também conta com uma brinquedoteca, inaugurada em 2025 e coordenada pela professora Adma de Oliveira Martins, com funcionamento de manhã e à tarde, atendendo crianças de 4 a 11 anos.

Confira mais informações sobre a Brinquedoteca da Ufac

 



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