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Réveillon em Brasília: veja os shows gratuitos da virada

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Uma das principais atrações para Réveillon em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, será o show gratuito do cantor Leonardo. – Foto: Felix Alencar e Maksuel Martins/GEA

O Réveillon deste ano em Brasília, será emocionante. Serão dois dias de festa gratuita, recheada de shows em várias partes da cidade.

Os eventos serão no Plano Piloto,  Prainha do Lago Sul, Praça da Bíblia em Ceilândia e no Parque de Exposições de Planaltina.

A festa principal, na Esplanada dos Ministérios, com expectativa de 200 mil pessoas, terá a tradicional queima de fogos e shows de Zé Vaqueiro e Leonardo. A programação vai das 18h do dia 31 ate às 3h do dia 1º.

Escolha o réveillon que mais combina com você

Todas as estruturas serão acessíveis para os idosos e para pessoas com deficiência.  A segurança também está sendo reforçada através do atendimento via WhatsApp. De qualquer forma, evite ficar com celular à mostra para não começar o ano novo no prejuízo.

Desde 2020, o Distrito Federal conta com a lei nº 6.647, que proíbe a comercialização, manuseio, queima e soltura de fogos ruidosos, permitindo apenas artefatos com baixa sonoridade (até 100 decibéis) ou exclusivamente visuais.

A prática ilegal configura crime previsto no artigo 253 do Código Penal, com pena de até dois anos de detenção.

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Confira a agenda completa:

31 de dezembro (terça-feira)

18h: DJs Ana Ximenes e Cavalher

19h: Banda Local – Simão Santos e Banda Artise

20h: Jiraya Uai

21h: Filhos da Bahia

22h30: Zé Vaqueiro

0h: Queima de fogos

0h30: Leonardo

3h: Encerramento

  • Réveillon Prainha do Lago Sul

30 de dezembro (segunda-feira)

15h: Abertura com DJ

16h: Entardecer dos Ojás

18h: Sambrasília & Real Samba

20h: Valerinho Xavier

22h: Samba da Tia Zélia

0h: Ponto

1h30: Encerramento

31 de dezembro (terça-feira)

17h: Abertura com DJ

18h: Encontro de baterias da Aruc e da Capela Imperial

19h30: Rosemaria e Célia Rabelo

21h: Asé Dudu

22h: Axé e ancestralidade (programação religiosa)

0h: Fogos e tradicional cascata

0h30: Banda Patacori

2h: Jóia do Couro

4h: Grupo Cultural Obará

6h: Encerramento

  • Réveillon na Praça da Bíblia em Ceilândia

30 de dezembro (segunda-feira)

18h: Abertura com DJ

19h: Samba News

20h: Banda Samba da Guariba

21h30: Banda Imagem

23h30: Gino & Geno

1h30: Encerramento

31 de dezembro (terça-feira)

17h: Abertura com DJ

18h: Daniel Beira Rio

19h: Amanda Amaral

20h: DNA Salvador

22h: Pedro Paulo & Matheus

0h: Queima de fogos

0h15: Guilherme Silva

2h: Encerramento

  • Réveillon no Parque de Exposições de Planaltina

30 de dezembro (segunda-feira)

17h: Abertura com DJ

18h: Banda local

19h: Alex Junior

20h: Ney Santos e Terceira Capital

21h30: Valéria Barros

23h30: Rick & Renner

1h30: Encerramento

31 de dezembro (terça-feira)

17h: Abertura com DJ

18h: Banda local

19h: Banda local

21h: Arlon Victor

22h30: Heverton & Heverson

0h: Queima de fogos

0h15: Lucas & Tarso

2h: Encerramento

O réveillon em Brasília com certeza é uma das noites mais esperadas do ano pela agenda de show gratuitos para os brasilienses virarem o ano com chave de ouro. — Foto: Fabricio Rodrigues/Divulgação

O Réveillon em Brasília terá show gratuitos para os brasilienses virarem o ano com chave de ouro. — Foto: Fabricio Rodrigues/Divulgação



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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