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Austrália alerta para ‘ação mais forte possível’ se cidadão for morto na Ucrânia | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia

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O primeiro-ministro Anthony Albanese diz que o governo não está trabalhando para verificar o relato de que combatentes voluntários foram mortos pelas forças russas.

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, prometeu tomar as “ações mais fortes possíveis” contra a Rússia se for confirmado que as forças russas mataram um professor de Melbourne durante o seu cativeiro na Ucrânia.

Albanese fez os comentários na quarta-feira, depois que o Seven News informou que Oscar Jenkins, que se ofereceu para lutar com as forças ucranianas, teria sido morto.

O Departamento de Relações Exteriores e Comércio da Austrália disse que não verificou o relatório, que citou fontes não identificadas na Ucrânia, mas as autoridades têm “graves preocupações” com o bem-estar de Jenkins.

“Apelamos à Rússia para que confirme imediatamente o estatuto de Oscar Jenkins. Continuamos seriamente preocupados”, disse Albanese aos jornalistas na Tasmânia.

“Vamos esperar que os fatos sejam revelados. Mas se houve algum dano causado a Oscar Jenkins, isso é absolutamente repreensível e o governo australiano tomará as medidas mais enérgicas possíveis.”

A ministra australiana dos Negócios Estrangeiros, Penny Wong, disse anteriormente que as autoridades estavam a fazer “investigações urgentes” sobre Jenkins e que “todas as opções” estavam a ser consideradas em termos de uma resposta diplomática, incluindo a possível expulsão do embaixador russo.

“Meus pensamentos estão com a família do Sr. Jenkins. Eles viveram durante muitos meses com o medo e a incerteza de um ente querido no meio de uma guerra estrangeira. Sei que esses relatórios serão devastadores para eles e estão em meus pensamentos, e tenho certeza de que estão nos pensamentos de muitos australianos”, disse Wong à ABC Radio.

Wong disse que a Austrália teve um “relacionamento difícil” com a Rússia durante muitos anos, citando a grande escala da Rússia. invasão da Ucrânia em 2022 e a derrubada de Voo MH17 da Malaysia Airlines por um míssil de fabricação russa em 2014, com a perda de 298 pessoas, incluindo 38 australianos.

“Nós mantivemos, a Austrália manteve relações diplomáticas com a Rússia durante esse período sob diferentes governos. No entanto, consideraremos todas as opções assim que tivermos apurado os fatos e pudermos verificar o que realmente ocorreu aqui com o Sr. Jenkins”, disse Wong.

Um vídeo que circulou nas redes sociais no mês passado mostrou Jenkins vestido com uniforme de combate enquanto era interrogado e atingido na cabeça por um homem invisível que falava russo.

Acredita-se que o jovem de 32 anos seja o primeiro australiano mantido como prisioneiro de guerra pelas forças russas na Ucrânia.

Não incluindo Jenkins, pelo menos acredita-se que seis australianos ter sido morto na Ucrânia desde que a Rússia lançou a sua invasão.

Se a sua morte for confirmada, Jenkins será o primeiro prisioneiro de guerra australiano morto por uma potência estrangeira desde que Horace William “Slim” Madden morreu em cativeiro na Coreia do Norte em 1951.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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