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Austrália derrota o Paquistão, mas sofre lesões na Copa do Mundo Feminina T20 | Copa do Mundo T20 Feminina 2024

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Australian Associated Press

A Austrália praticamente consolidou seu lugar nas semifinais da Copa do Mundo T20, mas a caminhada de nove postigos contra o Paquistão teve um custo, com grandes preocupações com lesões em sua capitã, Alyssa Healy, e na infeliz jogadora Tayla Vlaeminck.

Healy saiu mancando com um problema na panturrilha, atingida ao fazer uma segunda corrida rápida enquanto liderava seu time durante o que parecia uma perseguição sem problemas, depois de terem derrotado o Paquistão por apenas 82 pontos em Dubai na sexta-feira.

Depois de se aposentar machucada aos 37, Ellyse Perry (22º) guiou os campeões à vitória mais fácil em apenas 11 saldos, enquanto avançavam invictos para seis pontos, com uma vaga nas últimas quatro praticamente garantida.

No entanto, embora houvesse preocupação com a condição física do capitão, também havia uma grande tristeza no acampamento devido à lesão que assolou Vlaeminck, que deslocou o ombro direito durante o primeiro final da partida.

“Vamos avaliar os danos. Estamos com o coração partido por essas duas meninas no momento, mas descobriremos mais nos próximos dias”, disse Tahlia McGrath, a vice-capitã.

Vlaeminck, talvez a arremessadora mais rápida do mundo, teve a chance de brilhar em sua primeira partida do torneio, mas nunca teve a oportunidade, com seu acidente ocorrendo apenas quatro bolas no início da partida. Perseguindo a bola até o limite do terceiro homem com total empenho, a jovem de 25 anos bateu com o joelho esquerdo na grama enquanto tentava evitar os quatro e caiu sobre o ombro.

Foi o mais recente revés para Vlaeminck, que estava ansiosa para mostrar seu ritmo sem lesões em um campeonato global, após anos de problemas e cirurgias no pé, joelho e ombro esquerdo.

Depois que ela teve que ser ajudada em campo, Vlaeminck teve seu ombro realocado por médicos, que disseram que a extensão da lesão seria conhecida após uma avaliação mais aprofundada.

O choque inicial não impediu a marcha australiana quando Healy reuniu a equipe para reuni-los, e eles não perderam o ritmo de Vlaeminck, já que suas abundantes riquezas no boliche lhes permitiram vencer o Paquistão pela pontuação mais baixa do torneio até o momento.

Foi mais um dia marcante para Megan Schutt (um em sete de três saldos), que já havia se tornado a melhor arremessadora de postigos da Copa do Mundo T20 na partida anterior, ao se tornar a maior arremessadora de postigos de todos os tempos em todas as partidas internacionais do T20.

A jogadora de 31 anos teve Sadaf Shamas apanhada por Healy em seu 144º escalpe no jogo de formato curto, fazendo Schutt ultrapassar o próprio Nidar Dar do Paquistão, que ficou sem postigo enquanto a Austrália perseguia o alvo.

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Ash Gardner foi o melhor jogador em campo por seus quatro de 21, apresentando três postigos no penúltimo over do turno, enquanto havia dois postigos cada para a marcapasso médio Annabel Sutherland e a spinner Georgia Wareham, já que os australianos foram sufocantemente precisos ao longo do turno.

Em resposta, Healy, que também estava em boa forma atrás dos tocos com uma recepção e dois tropeços inteligentes, ultrapassou 1.000 corridas do World T20 e parecia em boa forma ao martelar cinco limites – um a mais do que toda a equipe do Paquistão conseguiu entre eles – nas 23 bolas que enfrentou antes de seu cruel acidente.

O postigo de Beth Mooney foi o único a cair depois de ela ter feito um run-a-ball 15 e Perry os guiou para casa para a 14ª vitória consecutiva na Copa do Mundo T20 contra um time do Paquistão já desanimado pela ausência de sua capitã, Fatima Sana, que havia voou para casa após a morte de seu pai.

Matematicamente, ainda existe a menor possibilidade de a Austrália ser eliminada da vaga nas semifinais, mas a Índia teria que vencê-la por uma margem enorme no domingo e a Nova Zelândia venceria suas duas partidas de forma enfática para que isso acontecesse.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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