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O automóvel ainda atrai os jovens
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Irão os jovens responder ao Salão Automóvel de Paris, de 14 a 20 de outubro em Paris? E por que não? Desafiando uma ideia pré-concebida, adoram o automóvel e não estão dispostos a viver sem ele: esta é a conclusão de um estudo realizado em catorze países pelo Observatório Cetelem, coordenado pelo seu diretor, Flavien Neuvy. A mesma pesquisa foi realizada em 2011. “Foi então o início da consciência ambiental”explica o economista, e essa preocupação aumentou desde então. Esperava, portanto, uma rejeição maior do que em 2011 e admitiu “surpreso com os depoimentos de menores de 30 anos”que dizem o contrário.
“Para ser simples e direto, eles amam o carro, não estão preparados e principalmente não querem ficar sem ele”, ele conclui. Estão até dispostos a apostar, com 47%, que o carro ocupará mais espaço do que hoje em trinta anos. Apenas 29% pensavam assim em 2011. “Entusiasmo impressionante”acredita Flavien Neuvy, o que também se reflete na popularidade da Fórmula 1 ou dos Grandes Prêmios de motocicletas. Mesmo que nem tudo seja racional, ele vê isso como um duplo sinal de confiança na eletricidade e no progresso feito pelas marcas para reduzir as emissões e a poluição.
Em toda a Europa, cada vez mais jovens (sete em cada dez, segundo o observatório) adotou a bicicleta para suas viagens, mas isso não os leva a desistir do carro. Especialmente se eles tiverem um. Certamente 38% dizem que conseguem imaginar a sua vida sem ele, uma proporção que aumentou em quinze anos, mas para seis em cada dez, isso é inconcebível. Estão cada vez mais abertos à partilha de boleias: em média, nos catorze países, um em cada dois jovens com menos de 30 anos pratica-o, em comparação com menos de um em cada três há quinze anos. Se os japoneses e os italianos evitam esta partilha, os chineses e os turcos são muito diligentes.
A licença ainda é obtida em tenra idade, para quem se arrisca: 91% o fazem antes dos 25 anos na França e três em cada quatro antes dos 21 anos. Um em cada dois jovens franceses, alemães ou italianos compra o seu primeiro carro antes de completar 20 anos. Os jovens chineses esperam mais cinco anos. Mas preferem produtos novos, que os jovens europeus têm dificuldade em adquirir. Acima de tudo, dedicam-lhe uma parte muito maior dos seus rendimentos. De acordo com o inquérito Cetelem, os jovens (com menos de 30 anos) inquiridos na China afirmam ganhar em média 15.537 euros por ano, contra 22.800 euros de um jovem francês, mas os primeiros estão dispostos a gastar 21.518 euros no seu primeiro veículo em comparação com 12.290 euros para um francês. Logicamente, os chineses (97%, um plebiscito) são aqueles que se dizem mais “apegado” para o carro, como para uma pessoa, quase sentimentalmente. Os mais distantes são os holandeses ou os japoneses. Os jovens franceses estão entre os dois.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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