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Ave selvagem mais velha do mundo põe ovo aos 74 anos; veja que lindo

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Aos 74 anos, um albatroz-de-laysan, considerado a ave selvagem mais velha do mundo, chocou um ovo. O “milagre” ocorreu em uma ilha no Pacífico central, no Havaí, nos EUA. Carinhosamente, a mamãe rara ganhou o nome de Wisdom.

Essa ave retornou ao Refúgio Nacional de Vida Selvagem do Atol Midway, no final de novembro para conseguir procriar. A primeira marcação do pássaro foi 1956, feita por especialistas do Serviço Geológico dos Estados Unidos.

De acordo com especialistas, essa espécie de ave tem um comportamento familiar: aprecia retornar ao lugar de origem, sobretudo para chocar os ovos, e ficar perto do “companheiro”.

Surpresa até para especialistas

Apesar de profundos conhecedores da espécie, os especialistas se disseram surpresos com a longevidade de Wisdom, já que a maioria dos albatrozes vive entre 40 e 60 anos.

As albatrozes fêmeas geralmente põem um ovo a cada um ou dois anos, o que significa que Wisdom provavelmente pôs entre 30 e 45 ovos ao longo de sua vida.

As ilhas no Pacífico central são referência para esse espécie de ave, principalmente no outono e inverno. Depois, os pássaros costumam voar para o norte, para as áreas de pesca.

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Refúgio de raridades

Mais de 97% dos albatrozes-de-laysan vivem nas ilhas havaianas. De acordo com o mapa do Refúgio Nacional de Vida Selvagem do Atol Midway, é possível verificar uma imensa quantidade deles – sempre juntos.

O Refúgio Nacional de Vida Selvagem do Atol Midway fica a cerca de 3.850 km a oeste-noroeste do Havaí e reúne numerosos pássaros e outras espécies marinhas.

O terreno era anteriormente uma base naval dos EUA, mas em 1996 foi transferido para o Departamento do Interior e se tornou um refúgio, segundo a Fox Weather.

Um albatroz-de-laysan é considerada a ave selvagem mais velha do mundo e colocou um ovo. Há um local, nos EUA, só para essa espécie e a ideia é de preservação. Foto: FoxWeather Um albatroz-de-laysan é considerada a ave selvagem mais velha do mundo e colocou um ovo. Há um local, nos EUA, só para essa espécie e a ideia é de preservação. Foto: FoxWeather



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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