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Avianca quer aumentar voos no Brasil – 12/12/2024 – Mercado
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Joana Cunha
O presidente da Avianca, Frederico Pedreira, anunciou na quarta-feira (11) que a companhia aérea colombiana pretende expandir seus pousos e decolagens em aeroportos brasileiros.
Segundo o executivo, a ideia é elevar a frequência dos voos que hoje partem de Manaus a Bogotá, uma rota que atrai passageiros das regiões Norte e Nordeste com destinos como Caribe e Estados Unidos –o trecho encurta o trajeto dos viajantes que não querem se deslocar até Guarulhos para fazer conexões.
Também estão previstas complementações de rotas com a brasileira Gol. As duas companhias fazem parte da mesma holding, a Abra, criada em 2022.
A Avianca tem hoje 41 frequências semanais no Brasil, em quatro rotas, com 529 mil passageiros transportados de janeiro a novembro, alta de 10% ante o mesmo período do ano passado.
“[O Brasil] é super importante, é um mercado que cresceu muito nos últimos anos. Nós fomos de 2 para 4 voos em Guarulhos. Fomos de 1 para 2 em Galeão. Abrimos Manaus sem muitas expectativas, [mas os resultados superaram o esperado] e queremos aumentar as frequências”, disse o executivo.
A familiaridade de Pedreira com o mercado brasileiro se baseia em um repertório que ele construiu nos oito anos em que foi diretor, vice-presidente e CEO da Avianca Brasil, até 2019, quando a homônima brasileira entrou em recuperação judicial.
A Avianca colombiana não tinha relação direta com a unidade brasileira, que teve falência decretada em 2020 e deixou de operar, tirando a marca dos voos domésticos no país. Apesar dos laços que as companhias possuíam por meio da participação societária dos mesmos donos, as operações eram separadas.
Em 2021, Pedreira assumiu a direção de operações da Avianca na matriz da Colômbia e, neste ano, se tornou presidente, participando do processo de retomada da companhia, depois que a Avianca Holdings também acabou pedindo recuperação judicial, em 2020, em meio aos impactos da pandemia sobre o setor aéreo.
Neste período, a empresa foi reformulada e se aproximou dos padrões das aéreas low cost, como as tradicionais companhias de baixo custo que operam na Europa e nos Estados Unidos, famosas pelas poltronas mais apertadas e pela cobrança da comida a bordo.
O modelo, que permite a oferta de tarifas mais baratas, não é bem aceito pelo consumidor brasileiro, que costuma ser menos tolerante aos padrões das aéreas low costs, porque a regulação nacional —que até recentemente impedia a cobrança separada pelo despacho de bagagens— é considerada mais protetiva.
Pedreira, porém, considera que o passageiro do Brasil está respondendo positivamente ao modelo, com alta demanda tanto na classe econômica, cujos assentos não reclinam, como na ala executiva da aeronave, que abriga poltronas mais confortáveis, de bilhetes mais caros.
O executivo defende que o Brasil ainda precisa criar condições para reduzir os custos do setor, o que poderia incentivar a queda do valor das passagens, favorecendo a demanda dos viajantes mais sensíveis a preços. Embora a Avianca não opere voos domésticos no país, ao ser questionado sobre o desempenho do Voa Brasil, programa lançado pelo governo Lula para estimular as empresas a oferecerem passagens por menos de R$ 200, Pedreira avalia que o movimento demonstra boa vontade, mas tem dificuldades de implementação.
“Em uma região como a América Latina, é essencial ter uma estrutura de custos eficiente, porque há muitos passageiros que decidem se vão voar ou não conforme o custo do tíquete. Há muitas maneiras de incentivar o low cost, ou seja, as tarifas mais baixas. Isso é feito através de investimentos em infraestrutura, impostos e taxas mais baixas. Nós acreditamos que o melhor modelo é criar as condições para que as aéreas possam se desenvolver, ter custos competitivos e com isso transportar mais passageiros”, disse.
A jornalista viajou a convite da Avianca
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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre
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19 de agosto de 2026A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.
As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”
Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.
Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.
Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre
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17 de agosto de 2026O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.
Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.
Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”
Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.
O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.
Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.
Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre
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12 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.
Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.
Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.
Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.
A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.
A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.
Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”
Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.
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