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Ayres Rocha se emociona na Câmara e diz que não se acostuma com tragédias que noticia

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Homenageado com uma Moção de Aplausos pela Câmara de Vereadores de Rio Branco, o jornalista Ayres Rocha agradeceu com emoção a honraria ofertada pelos parlamentares e dedicou as homenagens aos demais colegas de imprensa, a sua família e afirmou que foi uma honra ter sido convidado para apresentar uma edição do Jornal Nacional no último dia 7 de setembro.

Para os vereadores de Rio Branco foi uma honra ver um acreano sendo âncora no jornal mais famoso do Brasil.

“Estamos felizes, pois temos alegria de ver um acreano brilhando. o Acre parou para te assistir e você merece porque é um cara competente e humilde”, diz.

Ayres Rocha contou um pouco da sua história de mais de 35 anos de profissão e salientou que o jornalismo é um desafio diário.

“Eu já fui chamado de chorão e choro diante das camalidades da vida e nunca vou acostumar. Sou pai, sou avô e me coloco no lugar das pessoas. Não tenho pretencão política nenhuma, mas eu ando muito em hospital, eu abraço as pessoas, porque eu sei o que é a dor”, falou chorando.

Ayres falou que é apartidário, mas que faz sua parte como cidadão e pediu ajuda a todos os vereadores para que o sofrimento das pessoas seja amenizado.

Durante a homenagem foi apresentado vídeos onde Ayres se emocionou apresentando notícias tristes no Jornal do Acre. Foi exibido um vídeo em que Ayres não conteve as lágrimas, em 2018, ao noticiar a morte de uma adolescente chamada Amanda.

De acordo com assessoria de imprensa da Câmara, a proposta de moção de aplausos a Ayres partiu do vereador Mamed Dankar (PT).

“Eu iria propor pelo meu gabinete, mas a representação foi tão maior que sugiro que a Casa faça a Moção de Aplauso ao Ayres Rocha, que brilhantemente ao final do maior telejornal do país, destacou o nosso Acre ao pontuar que o Acre existe e representou não só os grandes jornalistas que temos, mas a simplicidade e humildade do povo acreano”, diz Dankar.

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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