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Barcelona, ​​Dani Olmo e Laporta deleitam-se com ‘superderrota’ do Real Madrid | Futebol de clubes europeus

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Sid Lowe

J.Oan Laporta chegou ao estádio King Abdullah, em Jeddah, fazendo um up-yours e gritando com os “filhos da puta desavergonhados” de lá, e saiu novamente três noites depois com a Supercopa da Espanha. Já se passaram algumas semanas e esta era uma forma de acabar com elas, só que isso nunca acaba de verdade. Debatida no parlamento, uma questão de Estado que ocupava a todos, o presidente de Barcelona não poderia escapar aos holofotes; agora, na noite de domingo, 12 dias após o início do ano novo e 12 dias após que prazo finalnem ele queria. Assim, em campo, rodeado de confetes, câmeras bem à sua frente e jogadores logo atrás – incluindo Dani Olmo e Pau Víctor – ele voltou a ocupar o centro do palco, desta vez levando o troféu, todos triunfantes.

No final de a Supertaçao presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, sussurrou para Luka Modric “tivemos que perder uma final em algum momento, não?” e o croata concordou. “Se tivermos que escolher, prefiro que seja esta”, disse às câmaras de televisão. O que, embora seja verdade, não parecia um grande consolo naquele momento – e não apenas porque não funciona assim, a natureza da derrota sugere que outros estão mais provavelmente seguiriam, nada menos – e não fizeram muito para diminuir a sua importância para os seus rivais, que não foi apenas o facto de terem conquistado um título, o primeiro sob Hansi Flickmas a maneira como eles ganharam. Quando eles também haviam vencido, uma sensação de libertação na vitória. Para Laporta e Olmo, particularmente.

Este foi o perfeito clássicouma prévia proclamou. Jogado na Arábia Saudita, a 5 mil km de casa, nunca poderia ser isso, mas teve quase todo o resto. Artilheiros de quatro gols no encontro de outubro, que tinha sido grande o suficiente e acabou sendo um espancamentoisso deveria ser ainda maior; certamente deveria estar mais perto. Desde então, o Barcelona desfez-se e o Madrid reviveu. A equipe de Flick perdeu três jogos em casa em uma fileira, contra o Las Palmas, Leganés e Atléticoobtendo uma única vitória na liga em sete. Eles também chegaram à Arábia Saudita proibidos de jogar contra Olmo, a contratação mais cara da temporada. A equipa de Carlo Ancelotti, por sua vez, não perdia há oito em todas as competições, tendo vencido sete e marcado três, quatro e cinco nos últimos três jogos. A vitória naquela altura colocou o Barcelona na liderança, seis pontos à frente do Real Madrid com um jogo a menos; agora eram terceiros, cinco atrás e seis atrás do líder Atlético, que acabava de somar a 14ª vitória consecutiva.

Em vez disso, o Barcelona foi melhor: quatro então, cinco agora. Outro mãozinha ou mãozinha, símbolo de uma crise evitadapelo menos por enquanto, um gol para cada dedo: Lamine Yamal, Robert Lewandowski, Raphinha, Alejandro Balde e Raphinha novamente. “Não é bom que os seus rivais marquem nove em dois jogos”, disse Modric. Podia ter sido pior: já aos 49 minutos estava a vencer por 5-1, que terminou 5-2, admitiu Manuel Jabois, autor do hino do Real Madrid, como um “alívio”. Afinal, o Barcelona foi forçado a jogar 40 minutos com apenas 10 homens depois de Wojciech Szczesny, convocado pela primeira vez porque Iñaki Peña chegou atrasado a uma reunião da equipe, saiu para fumar, derrubou Kylian Mbappé e foi expulso. deixando o Barcelona para substituir a crueldade e a incisão por um controle que, à sua maneira, foi quase igualmente impressionante.

Foi, dizia a primeira página do El Mundo Deportivo, “uma supermão”. A capa do AS chamou isso de “superbatida”. Marca optou por um “superbanho”: bolhas, bucha, tudo. Eles conseguiram isso com um gol a menos em seis minutos e um homem a menos em 60. Os laterais, Balde e Jules Koundé, foram fantásticos. Marc Casadó, desconhecido há seis meses, deixou seu nome em toda a final. Pedri era, bem, Pedri. E Lamine tem 17 anos, o que você sabe e já está entediado, mas ainda não acredita – e, sim, o gol dele te lembrou que cara.

Lamine Yamal, do Barcelona, ​​​​com a medalha do vencedor pendurada no pescoço. Fotografia: Reuters

Raphinha, oficialmente MVP mesmo que AS parecesse pensar que isso era algum cara de gravataobteve quatro estrelas do jornal – de três. Autor de 19 gols e nove assistências nesta temporada, ele fez tudo de novo. Incluindo carregar a maleta médica do Real Madrid até a linha lateral quando começaram a enfaixar o tornozelo de Mbappé no meio do campo. E quatro jogos depois também houve gol e assistência de Lewandowski, uma imagem da recuperação de que todos precisavam.

“O Natal foi bom para nós”, disse ele depois. Só que não para todos, não foi, e esse foi o ponto – a razão pela qual isso foi um grande alívio, outra explicação para a euforia no final. Para Olmo, vítima inocente de tudo isso, principalmente. Para Víctor, uma vítima igualmente inocente e significativamente mais esquecida. E para o presidente no centro de tudo. Juntos, eles e uma infinidade de outros atores forneceram o contexto para esta clássico. Às vezes parecia que inteiro contexto, na verdade: não apenas para o clássico mas todo o futebol espanhol, assim foi o apenas coisa acontecendo.

O que aconteceu foi o seguinte: no dia 31 de dezembro, a liga anunciou que o Barcelona havia perdido o prazo para cumprir os controles financeiros. Ainda acima do limite salarial de 462 milhões de euros, isso significou que as inscrições temporárias concedidas a Olmo e Víctor em agosto terminaram e, com um pedido à federação para lhes emitir uma nova licença ignorado e dois desafios da liga já tendo falhado, eles foram removido unilateralmente do elenco. Seis meses depois de ter sido contratado por 50 milhões de euros, uma cláusula no contrato de Olmo significava agora que ele poderia sair gratuitamente. Ele não queria, mas nem, insistiu seu agente, queria apenas assistir aos jogos; ele queria tocá-los. E ele não ficou impressionado.

O Barcelona informou que um acordo tardio de 100 milhões de euros para vender camarotes VIP no novo Camp Nou a investidores do Médio Oriente – cujos nomes o vice-presidente não sabia – foi concluído para colocar o clube de volta ao seu limite. A liga, porém, disse que o comprovante de pagamento não chegou a tempo. E embora a 3 de Janeiro o Barça estivesse dentro do orçamento, as regras da liga e da federação impedem que o mesmo jogador seja inscrito duas vezes numa única época: eles poderiam contratar outra pessoa, mas não os dois jogadores que já possuíam. Uma declaração conjunta da liga e da federação insistia que, com base numa “interpretação literal” das regras, nenhuma delas poderia jogar novamente nesta temporada, o que soou como uma proibição definitiva, mas também serviu como um convite.

O clube levou o caso ao conselho desportivo espanhol (CSD), órgão governamental que suspendeu a decisão final, impondo efetivamente uma liminar enquanto investigava. O Barcelona não estava necessariamente certo, mas o dano causado seria grande demais para deixar os jogadores sem registro, disse o CSD, e para que eles pudessem brincar. Barcelona foi salvo pelo Estado.

Dani Olmo em ação na final. Fotografia: Anadolu/Getty Images

O anúncio da reintegração de Olmo e Víctor ocorreu pouco antes da semifinal da Supercopa, algo que se encaixa na história que exige a atenção de todos quando o futebol de verdade começa. Quando Laporta chegou ao Estádio King Abdullah as câmeras capturaram um presidente aliviado e vitorioso sob pressão e enfrentando figuras da oposição que exigiam sua renúncia comemorando e realizando um salsicha – que é uma espécie de linguiça catalã e também um gesto “up yours”. De lá, dirigiu-se ao camarote da direção, onde gritou com os “filhos da puta sem-vergonha” da federação. Alguns dias depois Laporta que não falava há um mês mais ou menos pediu desculpas quando disse que futebol é emoção. Esta situação poderia ter sido evitada se tivesse sido tratada de forma diferente, disse ele.

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Todos os outros teriam concordado se ele não quisesse dizer: por eles. Ainda assim, pelo menos foi feito. Só que nunca está totalmente feito e a história que já dominava tudo, todo o circo, certamente não iria desaparecer. Até Raphinha, capitão do Barcelona, ​​admitiu que poderia pensar duas vezes antes de vir para o clube, dado tudo o que Olmo passou. Laporta estava por toda parte, formando uma fila para ele, como a do voo de Ted Striker. O novo presidente da federação espanhola, que não estava disposto a dizer muito, exceto para bajular a Arábia Saudita, manteve-se calado. O presidente da liga, Javier Tebas, também permaneceu estranhamente silencioso – mas agora entrou em uma discussão online com um jornalista, que foi apenas como ele.

Guia rápido

Resultados da Liga Espanhola

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Atlético Madrid 1-0 Osasuna, Las Palmas 1-2 Getafe, Sevilha 1-1 Valencia, Espanyol 1-1 Leganés, Valladolid 1-0 Real Betis, Alavés 0-1 Girona, Rayo Vallecano 2-1 Celta Vigo.

Segunda-feira Real Sociedad x Villarreal

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Tebas chamou isso de tragicomédia, rejeitou o caso do Barcelona, ​​atacou o CSD e interpôs recurso contra o recurso. Os clubes também se manifestaram, um após o outro, insistindo que a decisão do CSD foi injusta e ameaça o controle financeiro. A intervenção de um órgão governamental fez com que os políticos ganhassem pontos no parlamento. Todo mundo ficou furioso. Algumas das teorias eram selvagens. Pedri disse esperar que ninguém realmente acreditasse no fato de os jogadores do Barcelona boicotarem a seleção nacional se Olmo não pudesse jogar.

Por enquanto, porém, ele está – pelo menos até que o CSD chegue a uma conclusão – e no domingo à noite, ele foi apresentado faltando meia hora, finalmente de volta ao campo para outra aventura selvagem. clássicoalívio finalmente. Ao apito, vencedor de um troféu pela primeira vez no clube ao qual ingressou no verão e temendo ter que sair novamente cinco meses depois, companheiros de equipe o empurraram em direção às arquibancadas, juntando-se a ele enquanto ele puxava o distintivo sobre o coração e bateu em seu pulso. De alguma forma Olmo Time afinal de contas, antes tarde do que nunca, Dani, Pau e o resto dos jogadores do Barcelona alinhavam-se atrás do presidente enquanto, libertado mais uma vez, Laporta elevava a Supertaça de Espanha ao céu saudita.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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