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BC man jailed for ‘senseless’ murder, attempted murder

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The deadly shooting took place on July 15, 2022, in a Maple Ridge residence.

A B.C. man convicted of the second-degree murder of a woman in a Maple Ridge drug house has been sentenced to life in prison without parole eligibility for 14 years.

B.C. Supreme Court Justice Murray Blok also sentenced Justin Michael Wareing, 33, to 13 years imprisonment for attempted murder.

A New Westminster jury found Wareing guilty May 3 after 25 days of trial, Blok said in his Oct. 11 sentencing decision.

Cashmere Ali died as a result of being shot in the head. Blok said paramedics used advanced life support systems to help her but she died at a hospital.

Matthew Whitty’s injuries consisted of gunshot wounds to his left knee, his back near his upper right shoulder, an entry wound close to his right eye and nose and an exit wound in his left cheek.  

“The gunshot to his face injured his right eye and fractured his nose in many places,” Blok said. “The gunshot to his right shoulder fractured his clavicle and shoulder blade.”

Blok said the offences took place July 15, 2022 in a Maple Ridge hangout residence for drug users.

“The evidence indicates there were seven or eight people in or around the house at the time of the shooting,” he said.

The judge said Wareing and Whitty testified that two days prior to the shooting, they and other residents of the house participated in a robbery of a drug dealer. Both were armed, with Wareing carrying a semi-automatic 3D-printed handgun and Whitty with a .22 calibre handgun.

Wareing testified that after the robbery, he was given information from an anonymous source suggesting Whitty had withheld some of the robbery proceeds for himself.

Wareing was under a lifetime weapons ban at the time of the offences.

“The reasons why Mr. Wareing began shooting are not clear, but it seems to have been an impulsive act,” Blok wrote. “It resulted in a completely senseless killing.”

The events

Blok said that, prior to the shooting, Ali and Whitty were seated beside one another on a couch in the living room.

Wareing arrived at the house with the 3D-printed gun and confronted Whitty about owing him money. 

“On Mr. Whitty’s evidence, Mr. Wareing confronted him about ‘talking shit’ to others about Mr. Wareing,” Blok said.

Whitty testified that during the confrontation, Wareing grabbed Whitty’s leg and shot him in the knee.  

“He said Ms. Ali then ‘popped up’ or leaned forward to push Mr. Wareing away, and Mr. Wareing shot her in the head,” the judge said.

“Mr. Wareing then continued to shoot at Mr. Whitty as Mr. Whitty tried to escape.”

Wareing, however, testified he stood up to leave after the argument ended, turned to the exit and then heard the sound of a gunshot behind him.

“He took his gun out, swivelled and then ‘shot up the living room,’ to use his words,” Blok said.

Blok said Wareing then fled, having made no effort to call 911 for any assistance for the victims. 

He went to a nearby residence where he changed his appearance by shaving his head. Then, he attempted to flee out the back door when police came to apprehend him.

The court heard there was another person in the house with a gun but there was no indication he was in the living room or fired in the incident.

‘Rogue Assassin’ tattoo

Blok said Wareing, a father of a boy born in 2017, has a history of drug problems with brief stays in recovery houses.

“In 2018, Mr. Wareing had the words ‘Rogue Assassin’ tattooed across his face, under each eye,” Blok wrote.

Wareing has a criminal record including crimes of violence dating from March 2017.  

The convictions mostly relate to a December 2018 crime spree that resulted in convictions for five robberies, four convictions for using an imitation firearm while committing an indictable offence, and one conviction for flight from police.  He also has a conviction for theft over $5,000, assaulting a peace officer, breach of an undertaking and a conviction for assaulting his girlfriend.

The convictions for the December 2018 robberies and related offences resulted in an effective three-year jail sentence, Blok said.

The Crown said Wareing was disciplined for the multiple stabbing of another North Fraser Pretrial Centre inmate in March. 

“Mr. Wareing attempted to re-engage in the assault after the stabbing despite the efforts of staff and the use of pepper spray,” Blok said.

 The Crown had sought 18 and 20 years before parole eligibility on the murder conviction and 20 years on the attempted murder charge.



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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